Rondônia, 31 de maio de 2026
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A escola precisa estar preparada para atender os alunos especiais

Não há outro caminho para a escola moderna. Necessita preparar-se para receber alunos com epilepsia.


Nessas escolas, existem fiscalização e local adequado para guardar, com segurança, drogas anticonvulsivas, fora do alcance de alunos menos avisados.

Os professores dessas escolas estão orientados e treinados sobre o problema dos alunos com epilepsia e agem “in loco parentis” , ou seja, eles tomam os mesmos cuidados que os próprios pais do aluno com a doença.
Nos países desenvolvidos as escolas adotam procedimentos rígidos em relação ao ingresso de medicamentos em suas dependências.
Nessas escolas, existem fiscalização e local adequado para guardar, com segurança, drogas anticonvulsivas, fora do alcance de alunos menos avisados.

Os professores dessas escolas estão orientados e treinados sobre o problema dos alunos com epilepsia e agem “in loco parentis” , ou seja, eles tomam os mesmos cuidados que os próprios pais do aluno com a doença.

Convém destacar, que o problema de remédios na escola, está sendo amenizado, graças as novas drogas antiepilépticas , que só precisam ser tomadas duas vezes ao dia, evitando, assim, que sejam ministradas várias vezes na escola, em prejuízo das aulas.

Aproveito a oportunidade para parabenizar a Ilustre Deputada Federal Jô Moraes, do PCdoB de Minas Gerais, pela feliz idéia de apresentar ao Congresso Nacional, Projeto de Lei (PL), que institui o Programa Nacional de Atenção à Saúde de Pessoas com Epilepsia – PNAPE.

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