Rondônia, 13 de outubro de 2024
Cidades

Clínica interditada vai se adequar, informam autoridades de Ji-Paraná

Uma reunião convocada para a tarde de ontem, 17, pelo secretário municipal de Saúde, José Batista, serviu para mediar as negociações entre servidores da 1ª Gerência Regional de Saúde e o representante legal da Clineron, clínica prestadora do serviço de hemodiálise em Ji-Paraná, Ariquemes e Porto Velho, na iminência de ser interditada por irregularidades encontradas na fiscalização da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).


Ceretta se defendeu dizendo que há quase dez anos fabrica a solução e que há “brecha” na Lei que lhe permite a utilização do concentrado de polieletrolítico de fabricação própria.

O dono da Clineron acatou a determinação dos órgãos fiscalizadores e se comprometeu em adquirir a solução dentro do prazo dado pela Sesau, que é de 12 dias a contar da última segunda-feira, 15, quando inspetores estiveram em Ji-Paraná apreendendo a solução produzida pela própria clínica e deixando no lugar uma quantidade do concentrado industrializado para que não haja a interrupção do serviço.
A razão pela qual a Clineron pode ser interditada é pela utilização do concentrado de polieletrolítico (solução utilizada no momento da diálise) de fabricação própria, quando, segundo os inspetores da Gerência de Saúde, deveria ser utilizada a solução industrializada.
Ceretta se defendeu dizendo que há quase dez anos fabrica a solução e que há “brecha” na Lei que lhe permite a utilização do concentrado de polieletrolítico de fabricação própria.

O dono da Clineron acatou a determinação dos órgãos fiscalizadores e se comprometeu em adquirir a solução dentro do prazo dado pela Sesau, que é de 12 dias a contar da última segunda-feira, 15, quando inspetores estiveram em Ji-Paraná apreendendo a solução produzida pela própria clínica e deixando no lugar uma quantidade do concentrado industrializado para que não haja a interrupção do serviço.

Carlos Pereira, representante dos pacientes, deixou clara a preocupação com a possibilidade de interrupção do serviço e agradeceu a intervenção do secretário. “Ele (José Batista) já havia conseguido um ônibus para levar a gente para Cacoal para fazer a hemodiálise lá caso a Clineron fosse interditada. Mesmo assim tentou a negociação por entender nossa situação de ter, além da diálise, que já é sofrível, ainda ter que andar 200 quilômetros para fazer o tratamento”, lembrou Pereira.

A operação de fiscalização no serviço de hemodiálise chegou a interditar a Clineron na Capital. Além da Agevisa estão envolvidas na operação a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério Público e a Polícia Federal.

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