Ex-vereador do Rio que comandava milícia se entrega na Penitenciária Federal de Porto Velho

Entenda o caso
Segundo o juiz Eduardo Oberg, Girão poderia voltar a atuar na quadrilha de milicianos, caso retornasse ao Rio. "Ele é um preso de alta periculosidade e representa riscos para a sociedade. Por isso, precisa ficar afastado da região onde exercia influência", explicou o magistrado, que vem intensificando esforços para impedir que outros presos considerados perigosos sejam devolvidos ao estado do Rio.
Entenda o caso
O STJ aceitou, na última quinta-feira (22), pedido de liminar do juiz Eduardo Oberg, que suspende o benefício de liberdade condicional do ex-vereador do Rio de Janeiro Cristiano Girão. A decisão é do ministro Gurgel de Farias.
A liberdade condicional de Girão havia sido concedida no mês passado pelo juiz Wallinson Cunha, corregedor do presídio de Rondônia, após o acusado ter alcançado o tempo exigido para progressão de regime.
Preso desde 2009 por chefiar a milícia de Gardênia Azul, em Jacarepaguá, Girão foi condenado, em 2011, a 14 anos, 6 meses e 6 dias de prisão por formação de quadrilha. De acordo com a sentença, mesmo preso, ele permanecia na liderança do grupo, acusado de explorar moradores e comerciantes do local.
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