Rondônia, 16 de fevereiro de 2026
Cidades

Perseguição: Agevisa interdita aparelho de Raio-X

Três fiscais da Agevisa, a Vigilância Sanitária do Estado de Rondônia, interditaram e apreenderam partes do aparelho que realiza raio-x no hospital municipal Amélio João, em Rolim de Moura. Sem um aviso prévio, os técnicos do órgão chegaram à unidade e foram para a sala que abriga os aparelhos. A alegação é que o equipamento é antigo e que está emitindo radiação acima do limite permitido pelas normas técnicas.

Com a interdição, temporariamente, o hospital de Rolim de Moura fica sem prestar esse tipo de atendimento. O outro aparelho que atende o município está em manutenção e as peças para recolocá-lo em funcionamento devem chegar ainda esta semana. Mesmo assim, a prefeitura já está comprando com recursos próprios um aparelho novo, digital, capaz de realizar o procedimento com maior fidelidade de detalhes e rapidez. A previsão de é 30 dias para o término da licitação.
Em entrevista à imprensa, o prefeito voltou a cobrar do Governo do Estado mais ajuda para tocar o hospital que é considerado regional, por atender pacientes de toda a Zona da Mata, mesmo sem recursos estaduais. “São covardes, são omissos. Esses aparelhos estão funcionando há mais de 20 anos. Já pedi para nossos técnicos irem ao Ministério Público para que essa ação seja revista e para que possamos ter de volta nosso equipamento”, disse.


Com a interdição, temporariamente, o hospital de Rolim de Moura fica sem prestar esse tipo de atendimento. O outro aparelho que atende o município está em manutenção e as peças para recolocá-lo em funcionamento devem chegar ainda esta semana. Mesmo assim, a prefeitura já está comprando com recursos próprios um aparelho novo, digital, capaz de realizar o procedimento com maior fidelidade de detalhes e rapidez. A previsão de é 30 dias para o término da licitação.
Em entrevista à imprensa, o prefeito voltou a cobrar do Governo do Estado mais ajuda para tocar o hospital que é considerado regional, por atender pacientes de toda a Zona da Mata, mesmo sem recursos estaduais. “São covardes, são omissos. Esses aparelhos estão funcionando há mais de 20 anos. Já pedi para nossos técnicos irem ao Ministério Público para que essa ação seja revista e para que possamos ter de volta nosso equipamento”, disse.

Gestão passada havia sido notificada

Por pelo menos três vezes a Agevisa já havia notificado o direção do hospital na gestão passada (2010, 2011 e 2012) sobre o problema, conforme cópias anexas. Mesmo assim nada foi feito pelo antigo prefeito. A Vigilância Sanitária também será notificada pela apreensão do equipamento de propriedade do município, o que não é prerrogativa da autarquia, ligada diretamente e recebedora ao Governo do Estado.

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