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Rondônia, 07 de novembro de 2026
Cidades

Prosseguem buscas às seis pessoas desaparecidas em naufrágio no Rio Amazonas

Quatro mulheres e duas meninas – uma de 1 mês e outra de 4 meses de vida – continuam desaparecidas no Rio Amazonas, nas proximidades do município de Itacoatiara, localizado a cerca de 176 quilômetros de Manaus. Elas foram vítimas do naufrágio do barco Dona Zilda, ocorrido na madrugada de ontem (5). De acordo com informações preliminares da Marinha, a embarcação virou depois de bater em um barranco. O excesso de passageiros pode ter provocado o desastre.



Uma força-tarefa formada por homens da Marinha e do Corpo de Bombeiros, com apoio da prefeitura de Itacoatiara, está procurando os desaparecidos e a embarcação. Um helicóptero, um navio e outras embarcações menores participam da operação. Um inquérito administrativo foi instaurado pela Marinha para apurar as causas do acidente.

A Marinha também confirmou que a embarcação estava com a situação regularizada na Capitania dos Portos. Contudo, a capacidade para transportar 35 passageiros e três tripulantes teria sido excedida pelo embarque de nove pessoas a mais do que o limite previsto. Até o momento, 41 pessoas foram resgatadas – entre elas, cinco tripulantes –, segundo o Corpo de Bombeiros.

Uma força-tarefa formada por homens da Marinha e do Corpo de Bombeiros, com apoio da prefeitura de Itacoatiara, está procurando os desaparecidos e a embarcação. Um helicóptero, um navio e outras embarcações menores participam da operação. Um inquérito administrativo foi instaurado pela Marinha para apurar as causas do acidente.

O barco Dona Zilda seguia para a cidade de Itacoatiara. Passageiros e tripulantes faziam um percurso rotineiro na região e haviam partido de uma comunidade localizada no Rio Arari.

Em entrevista à Agência Brasil, o comandante do Corpo de Bombeiros do Amazonas, coronel Antônio Dias, disse que a maioria dos sobreviventes foi encontrada em uma das margens do rio. “Possivelmente, o barco navegava próximo à margem direita e por isso as pessoas conseguiram nadar até à beira. Com certeza, isso permitiu que elas sobrevivessem [ao desastre].”

As seis pessoas que ainda estão desaparecidas foram identificadas como Luiza Rodrigues Nunes, 76 anos, Idelvane Seixas Nunes, 22 anos, Cleiciane Seixas Nunes, 1 mês, Tacila Correa, 72 anos, Arlete dos Santos, 59 anos, e Jennifer Emanuelle Freire, 4 meses.

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