Justiça desconsidera arrependimento e tira prefeita presa da disputa em Cacoal

A juíza Emy Karla Yamamoto Roque, da 11ª Zona Eleitoral de Cacoal, não aceitou a retratação da prefeita Glaucione Neri, que no último dia 15 desistiu de renunciar como candidata a reeleição na cidade. Ela está presa por corrupção em Porto Velho, encaminhou um documento à Justiça dizendo que não queria mais disputar. Dias depois desistiu dessa renúncia, alegando que sua nova decisão tinha aval de seu partido, o MDB, a quem caberia dar a última palavra. Paralelamente, a própria Coligação da prefeita presa deliberou e indiciou um novo candidato: Marco Aurélio Blaz Vasques.
Na decisão, a juíza entendeu diferente de Glaucione e afirmou que a retratação de sua renúncia não tem valor e não é aceita na Justiça Eleitoral, uma vez que feita de acordo com a legislação e até com firma reconhecida.
Em uma série de exposições em 8 páginas, a magistrada indefere cada um dos pedidos apresentador Glaucione e ao final decide tirá-la da disputa eleitoral em Cacoal. Confira
Veja Também
"Corrupção ou a gente acaba com ela, ou ela acaba com o Brasil", diz Sílvia Cristina
Fúria pede registro de candidatura, mas esquece o Plano de Governo; TRE exige propostas em 3 dias
Amir Lando é vetado como vice do MDB por Confúcio Moura, mas versão oficial é outra