Rondônia, 22 de fevereiro de 2026
Geral

Acordo com Governo federal garante ampliação de cursos no Senai e Sesi

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, participam nesta quarta-feira, 5 de novembro, da solenidade de assinatura de decretos que alteram os regimentos das entidades do chamado Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI). As alterações fazem parte do acordo firmado com o Ministério da Educação (MEC) para destinação de mais recursos para a capacitação profissional e educação gratuitas.


O SENAI mantém seu foco orientado pelo atendimento da demanda das empresas e para assegurar a empregabilidade dos trabalhadores. O modelo, adotado por diversos países, é recomendado também pelo Banco Mundial, que defende que a
educação profissional e tecnológica deve ficar a cargo do setor privado, uma vez que os empresários podem melhor avaliar e orientar os recursos humanos para o desenvolvimento econômico.


O SENAI mantém seu foco orientado pelo atendimento da demanda das empresas e para assegurar a empregabilidade dos trabalhadores. O modelo, adotado por diversos países, é recomendado também pelo Banco Mundial, que defende que a
educação profissional e tecnológica deve ficar a cargo do setor privado, uma vez que os empresários podem melhor avaliar e orientar os recursos humanos para o desenvolvimento econômico.

Pelo acordo, o SENAI aumentará a oferta de cursos gratuitos em todo o país. A meta é que, em 2014, o SENAI invista 66,6% da receita líquida em cursos de formação profissional, sem ônus para o aluno. O SESI também ampliará, gradativamente, a destinação de parte da receita líquida a vagas gratuitas de educação básica e continuada. Até 2014, o SESI destinará um terço de sua receita líquida para a Educação, dos quais metade em vagas gratuitas.

Os Departamentos Regionais dessas instituições elaboraram seus planos de adequação, que estão sendo consolidados pelos Departamentos Nacionais do SENAI e do SESI. O Conselho Nacional de cada entidade apreciará, até o fim
deste ano, o Plano Nacional de Metas. O MEC acompanhará o desenvolvimento do Plano Nacional.

Principais metas do acordo:

- Destinar, anualmente, dois terços da receita líquida da contribuição compulsória geral do SENAI para vagas gratuitas em cursos e programas de formação inicial e continuada e de formação técnica de nível médio;

- A alocação de recursos para as vagas gratuitas deverá evoluir, anualmente, a partir do patamar atualmente praticado até chegar em 2014 com o comprometimento de 66,6% da receita líquida da contribuição geral, na seguinte projeção média nacional: 50% em 2009, 53% em 2010, 56% em 2011, 59% em 2012, 62% em 2013 e 66,6% em 2014;

- As vagas de gratuidade serão destinadas a pessoas de baixa renda (autodeclaração), preferencialmente, trabalhador, empregado ou desempregado, matriculado ou que tenha concluído a educação básica;

- Os cursos e programas de formação inicial e continuada poderão ser estruturados em módulos que compõem itinerários formativos. Os cursos de formação inicial terão duração mínima de 160 horas;

- A CNI e o SESI se comprometem a destinar, anualmente, um terço da receita líquida da contribuição compulsória do SESI para educação, compreendendo educação básica e continuada, e ações educativas relacionadas com saúde, esporte, cultura e lazer destinadas a estudantes. Desse montante, será
destinada a metade à gratuidade nas finalidades descritas acima para estudantes de baixa renda;

- A alocação na educação terá o cronograma definido pela seguinte projeção média nacional: 28% em 2009, 29% em 2010, 30% em 2011, 31% em 2012, 32% em 2013, até chegar a 33,33% em 2014. Dessa projeção, deverão estar comprometidos com a gratuidade 6% em 2009, 7% em 2010, 10% em 2011, 12% em 2012, 14% em 2013, até chegar a 16,67% em 2014.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Ferro-velho é alvo de operação e homem é preso por tráfico na zona leste

Policiais militares apagam incêndio ao lado do Departamento de Flagrantes

Porto Velho direciona suspeitas de Mpox às UPAs para evitar circulação nas UBS

Casos de Mpox em Porto Velho: homens de 20 a 40 anos e sem histórico recente de viagens