Rondônia, 28 de janeiro de 2026
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Acusados de chacina no Urso Branco alegam que estavam isolados no momento das mortes

Foram a julgamento hoje (10) mais três acusados de participação na chacina do Presídio Urso Branco, em Porto Velho (RO). Os três réus, Assis Santana da Frota, o Assis, Cirço Santana da Silva, o Cirção, e Alexandre Farias, o Carioca, negaram participação nos crimes. Cirção e Carioca alegaram que estavam em local isolado quando 27 presos foram mortos.



A chacina ocorreu em 2002 durante uma das rebeliões mais sangrentas da história do país, quando 27 presos foram mortos. O caso é considerado o maior assassinato coletivo de presos do país depois do Massacre do Carandiru em 1992, em São Paulo. No Carandiru, uma invasão policial para acabar com uma rebelião causou a morte de 111 detentos.

O julgamento continua amanhã (11), com os debates entre a defesa e a acusação. Até o fim deste mês os demais 11 acusados também serão julgados. Na última quinta-feira (6), os primeiros dois réus a irem a julgamento foram considerados culpados. Michel Alves das Chagas e Anselmo Garcia de Almeida foram condenados a 486 anos e 445 anos de prisão respectivamente.

A chacina ocorreu em 2002 durante uma das rebeliões mais sangrentas da história do país, quando 27 presos foram mortos. O caso é considerado o maior assassinato coletivo de presos do país depois do Massacre do Carandiru em 1992, em São Paulo. No Carandiru, uma invasão policial para acabar com uma rebelião causou a morte de 111 detentos.

As mortes no Presídio Urso Branco ganharam repercussão internacional pela brutalidade, que envolveu até decapitação, choque elétrico e enforcamento.

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