Agente e suspeito travaram luta e depois começaram a trocar tiros
Depois de passar por procedimento médico no Pronto Socorro João Paulo II, o agente penitenciário A.J., deu sua versão ao incidente ocorrido na manhã deste domingo na zona norte de Porto Velho. Ele relata que testemunhou o atropelamento de três pessoas um adulto e duas crianças por um veículo guiado por André Gomes da Silva, 30. Diz ainda que perseguiu o suspeito até o bairro Tiradentes (antigo Alphaville), onde deu voz de prisão. O homem chorou dizendo estar arrependido por ter atropelado as vítimas e não ter prestado socorro, mas não atendeu os apelos do agente e entrou em luta corporal. O amigo de André, Eduardo Leão Marinho, segundo o servidor público, repassou uma pistola 380 pela janela do carro. Ele atirou no agente atingindo-o na perna. Mesmo caído, A.J., diz que fez 3 disparos, acertando no tórax e na cabeça do suspeito. A arma escapou de suas mãos e sua esposa, que o acompanhava, pegou a pistola e repassou novamente ao marido. Ele disse que ficou aguardando reforço policial.
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