Rondônia, 03 de fevereiro de 2026
Geral

Águas do Madeira já invadem ruas da região central de Porto Velho; fotos

A enchente provocada pela cheia do Rio Madeira e também as constantes chuvas que caem em Porto Velho fizeram aumentar o volume do Igarapé Santa Bárbara, localizado ao lado da Feira da Produtor Rural, região central da Capital. Nesta sexta-feira (29), o nível do rio oscilava em 16,54 metros.



O comerciante Francisco Lopes, de 45 anos, conta que já está atendo e caso o rio continue subindo ele vai retirar suas coisas antes que a água chegue ao seu comercio. “Em 2014 todo mundo foi pego de surpresa e eu fui um dos comerciantes que perderam tudo. Esse ano eu já estou atento porque não quero perder minhas mercadorias e já estou um lugar para colocar tudo caso seja necessário”, diz.

É o caso de Everton Costa que mora na Rua Euclides da Cunha há mais de 20 anos. “Eu já estou pensando o que vou fazer. Se a água continuar subindo, porque ontem não estava assim e hoje quando olhei já estava na frente da minha casa e da vila de apartamento que também é de minha propriedade. Depois da cheia de 2014, nunca mais a água deixou de invadir nossa rua e agora todo ano é assim. A gente dorme com medo porque não sabe se no dia seguinte a água vai estar dentro das nossas casas”, diz o morador.

O comerciante Francisco Lopes, de 45 anos, conta que já está atendo e caso o rio continue subindo ele vai retirar suas coisas antes que a água chegue ao seu comercio. “Em 2014 todo mundo foi pego de surpresa e eu fui um dos comerciantes que perderam tudo. Esse ano eu já estou atento porque não quero perder minhas mercadorias e já estou um lugar para colocar tudo caso seja necessário”, diz.

Outros moradores dizem que todo ano a água chega na porta de residência e o jeito é tentar evitar qualquer tipo de contato com a água suja e contaminada que invade as ruas.

Segundo a Defesa Civil de Porto Velho, a previsão é que o rio continue subindo até o domingo de Páscoa e, a partir daí, começará a baixar gradativamente. Desde o dia 19 de janeiro deste ano, quando a Prefeitura decretou estado de alerta, 22 famílias tiveram que ser desalojadas e as casas demolidas por apresentarem riscos.

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