Rondônia, 21 de março de 2026
Geral

Alunos reclamam de direção e querem maior tempo de tolerância para entrar na escola

Alunos do programa de Educação para Jovens e Adultos (EJA) da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio São Luiz, em Porto Velho, fizeram um protesto em frente à instituição no início da noite desta quinta-feira pedindo mais tempo de tolerância para o horário de entrada na escola.


Clarinda diz que a decisão de redução o tempo de tolerância foi conjunta, em reunião do Conselho dos Professores. “Nós jamais teríamos a intenção de prejudicar os alunos, principalmente os estudantes do EJA. Eu tenho 37 anos de trabalho na Educação e só nesta escola são 25 anos. Não podemos beneficiar uns e atrasar a maioria. Temos 770 alunos à noite, e no protesto deveria ter apenas uns 80. Destes, se 25 trabalham é muito”, disparou.

Segundo a diretora da instituição, Clarinda Gomes, o problema já é recorrente. “No ano passado, o tempo de tolerância era exatamente de meia hora, e mesmo assim os atrasados sempre chegavam após esse tempo, e isso atrasava também as aulas, porque antes de 19h30 não tinha aluno em sala, o aproveitamento escolar deles era baixo e o rendimento idem”, explica.

Clarinda diz que a decisão de redução o tempo de tolerância foi conjunta, em reunião do Conselho dos Professores. “Nós jamais teríamos a intenção de prejudicar os alunos, principalmente os estudantes do EJA. Eu tenho 37 anos de trabalho na Educação e só nesta escola são 25 anos. Não podemos beneficiar uns e atrasar a maioria. Temos 770 alunos à noite, e no protesto deveria ter apenas uns 80. Destes, se 25 trabalham é muito”, disparou.

Ainda de acordo com a diretora, o portão é aberto novamente ao término do primeiro tempo de aula, às 19h50min, mas quem perdeu a aula acaba se prejudicando por falta de apresentar um documento do trabalho que comprove o horário de saída. “Temos muitos alunos que vem direto do trabalho para escola, porque sabem que o tempo é curto para ainda ir à sua casa e depois à escola. Esses são os que primeiro chegam. Se o aluno trouxer o comprovante, ele entra sem nenhum um problema, mas poucos fizeram isso”, finalizou.

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