Rondônia, 09 de maio de 2026
Geral

Amir não quer que a isonomia do Sintero se transforme em auxílio funeral

Preocupado com os relatos de parentes de servidores e dos próprios beneficiados da Ação de Isonomia do Sintero (processo 2039/89) especificamente dos Técnico-administrativos, sobre a saúde da maioria deles e daqueles servidores que já faleceram sem ter recebido os seus direitos, o deputado federal Amir Lando solicitou por ofício ao coordenador da bancada federal, audiência com o ministro-chefe da AGU, Luís Adams e o ministro corregedor do Conselho Nacional de Justiça –CNJ, Francisco Falcão, objetivando discutir e dar maior agilidade nas questões jurídicas incontroversas já acordadas com a própria Advocacia Geral da União.


O chamado processo principal dos técnicos precisa ser resolvido em razão de que as pessoas estão envelhecendo, adoecendo e muitos deles, morrendo. Para Amir, fere o Princípio da Dignidade da Justiça do Trabalho tentar intencionalmente apresentar institutos meramente protelatórios com o fito de não querer pagar o que é devido aos servidores.
Amir Lando pretende realizar uma reunião com os membros do Sintero, advogados e representantes de servidores com direito a esse processo para que juntos possam traçar metas e ações no sentido de esclarecer, discutir e requisitar no Orçamento Geral da União os valores devidos aos servidores da educação do Ex-território Federal de Rondônia que se encontravam trabalhando no período de 1987 a 1991.
Amir disse que esse processo não se movimentou, não foi requisitado, portanto, não se transformou em precatório. Por essa razão, ele não foi alvo de investigação criminal, ao contrário do aconteceu com o pagamento da multa aos técnicos que ainda se arrasta pelo Ministério Público Federal, onde uma advogada falsificou procurações para recebimento de Alvarás, aplicando um golpe contra a própria União. A Polícia Federal investigou e prendeu os culpados por essa fraude.
O chamado processo principal dos técnicos precisa ser resolvido em razão de que as pessoas estão envelhecendo, adoecendo e muitos deles, morrendo. Para Amir, fere o Princípio da Dignidade da Justiça do Trabalho tentar intencionalmente apresentar institutos meramente protelatórios com o fito de não querer pagar o que é devido aos servidores.
Amir Lando pretende realizar uma reunião com os membros do Sintero, advogados e representantes de servidores com direito a esse processo para que juntos possam traçar metas e ações no sentido de esclarecer, discutir e requisitar no Orçamento Geral da União os valores devidos aos servidores da educação do Ex-território Federal de Rondônia que se encontravam trabalhando no período de 1987 a 1991.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Revival Dimples Dance promete noite épica de flashback e nostalgia no dia 30

Acusados de matar dono do supermercado Dalto serão julgados na próxima semana

Caso de 2001: MPF e MPT executam sentença contra o estado de Rondônia que usou verba do SUS para pagamento de empresa de seguros

Doguinho diagnosticado com anemia e pedra nos rins mobiliza campanha solidária em Porto Velho