Rondônia, 10 de junho de 2026
Geral

Após cinco anos, assassinato de Auditor Fiscal ainda é mistério

Nesta quarta-feira, 19 de setembro, completa cinco anos do assassinato do Auditor Fiscal de Rondônia Armando Dalarte, aos 59 anos. Ele recebeu quatro tiros quando chegava à Delegacia Regional da Receita Estadual, em Ji-Paraná, onde trabalhava. Até hoje a polícia não revelou o autor dos disparos, nem os supostos mandantes. O crime ainda é mistério.


“TRISTEZA É O SENTIMENTO CAUSADO PELA IMPUNIDADE QUE AINDA PERMANECE. ARMANDO FOI ASSASSINADO SERVINDO A ESTE ESTADO. CINCO ANOS SE PASSARAM, E ONDE ESTÃO OS CULPADOS?!”

Nesta quarta-feira, o Sindicato da categoria em Rondônia, Sindafisco, postou uma nota em seu site institucional lamentando a impunidade no caso do assassinato de Armando Dalarte, com a seguinte frase:

“TRISTEZA É O SENTIMENTO CAUSADO PELA IMPUNIDADE QUE AINDA PERMANECE. ARMANDO FOI ASSASSINADO SERVINDO A ESTE ESTADO. CINCO ANOS SE PASSARAM, E ONDE ESTÃO OS CULPADOS?!”

RISCOS

O presidente do Sindafisco, Adailton Silva Lima, observa que a carreira de auditor fiscal é bastante dignificante, tendo em vista que envolve atividades essenciais para o fortalecimento do Estado e para a sociedade. No entanto, ele pontua que também envolve riscos.

“No caso do colega Armando Dalarte, quando a violência se consumou no assassinato, a sociedade pôde enxergar os riscos que envolvem a função de um auditor fiscal da receita estadual. Mas, em nossa rotina, são constantes os casos de violência verbalizada e até de tentativas de agressão física, que ocorrem silenciosamente nos postos fiscais, muitas vezes no meio da noite, no pleno exercício do trabalho.

O presidente do Sindafisco ainda destacou que “para assegurar a viabilização de políticas públicas - como melhorias nas estradas, pagamento dos salários dos servidores, investimentos em educação, saúde e segurança - o auditor fiscal exerce um trabalho voltado à arrecadação de impostos e da coibição da sonegação fiscal, e isso muito desagrada os sonegadores e devedores do Estado”, finalizou Adailton Lima.

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