Rondônia, 14 de junho de 2026
Geral

Atendimentos no João Paulo II só para urgência e emergência

Com o intuito de reorganizar o fluxo e priorizar o atendimento a pacientes graves, com classificação de risco, técnicos de saúde do Estado, do município, Corpo de Bombeiros e SAMU, se reuniram na manhã desta quarta-feira (1º), no auditório do Pronto Socorro João Paulo II, para discutirem sobre o fluxograma de atendimento, mapeamento de atendimento da atenção básica e protocolo interno.


Para o diretor geral da unidade Carlos Alberto Caieiro, o João Paulo II receberá prioritariamente os pacientes com risco iminente de morte, ou aqueles com potencial agravamento referenciado pelas policlínicas e em breve pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Caieiro lembra que essas diretrizes são baseadas em resoluções e portarias do Ministério da Saúde. “O paciente após ser classificado quanto a gravidade, deverá ser encaminhado com equipe com médico, após contato prévio com a unidade receptora, salvo os casos de comum acordo após comunicação prévia com hospital, acolhimento e classificação de risco e equipe médica receptora”, finalizou.

Para o diretor geral da unidade Carlos Alberto Caieiro, o João Paulo II receberá prioritariamente os pacientes com risco iminente de morte, ou aqueles com potencial agravamento referenciado pelas policlínicas e em breve pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Caieiro lembra que essas diretrizes são baseadas em resoluções e portarias do Ministério da Saúde. “O paciente após ser classificado quanto a gravidade, deverá ser encaminhado com equipe com médico, após contato prévio com a unidade receptora, salvo os casos de comum acordo após comunicação prévia com hospital, acolhimento e classificação de risco e equipe médica receptora”, finalizou.

De acordo com o secretário estadual de saúde Gilvan Ramos, a reorganização no Pronto Socorro João Paulo II, facilita ação rápida dos profissionais nos atendimentos, já que o João Paulo é uma unidade de saúde somente para atender casos de urgência e emergência, a reestruturação é necessária, com isso os serviços oferecidos ficarão ainda melhor, disse Gilvan.

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