Biólogo descarta boatos sobre inseto que tem se proliferado em Porto Velho

Uma revoada do inseto “Sciaridae”, um tipo de mosca que tem se proliferado em Porto Velho nos últimos dias, tem incomodado e dado o que falar entre a população, principalmente nas redes sociais.
Terassini diz ainda que a maioria dos bichinhos que temos visto com frequência em nossas casas, é formada de fêmeas. “90% são fêmeas. Elas produzem cerca de 200 ovos por dia, que são depositados em madeiras em decomposição ou locais onde há muito fungo. São insetos de vida curta, chegando no máximo a um mês, e as fêmeas vivem em torno de cinco a sete dias”, conta o especialista.
O biólogo Flávio Terassini esclarece, porém, que os insetos não fazem mal algum à saúde, e inclusive não possuem aparelho bucal para picar. “Eles são atraídos pela luz, e estão em um período de revoada de acasalamento, típico deste período chuvoso. Claro que este ano o evento está sendo bem mais notado, e isso pode ser devido a um índice maior de desmatamento, e o acúmulo de fungos e matéria em decomposição, que é do que eles se alimentam”, explica.
Terassini diz ainda que a maioria dos bichinhos que temos visto com frequência em nossas casas, é formada de fêmeas. “90% são fêmeas. Elas produzem cerca de 200 ovos por dia, que são depositados em madeiras em decomposição ou locais onde há muito fungo. São insetos de vida curta, chegando no máximo a um mês, e as fêmeas vivem em torno de cinco a sete dias”, conta o especialista.
Segundo o biólogo, existem 2.200 espécies do Sciaridae no mundo, e na Amazônia, onde há maior concentração, são aproximadamente 200 espécies, comuns na floresta.
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