Rondônia, 12 de maio de 2026
Geral

Bombeiros explicam que investigações sobre incêndio prosseguem

O diretor de Serviços Técnicos do Corpo de Bombeiros, major Gilvander Gregório de Lima, explicou os procedimentos adotados pela Corporação quanto à explosão ocorrida na balsa do Porto de Porto Velho na última quarta-feira, 05 de maio.



O major informou ainda que aguarda o resultado das investigações da perícia policial. “Agora o caso é da Polícia, e as investigações estão sendo feitas. Depois, com o resultado desse processo, o Corpo de Bombeiros poderá saber o que aconteceu de fato, adotar novos procedimentos e exigir, inclusive, nova forma de manipulação de produtos inflamáveis naquele setor”, apontou.

O diretor de Serviços Técnicos do Corpo de Bombeiros explicou que, de acordo com a Lei 858, artigo 4º do Código de Segurança e Proteção Contra Incêndios e Pânico, a interdição não é necessária quando o risco não persiste. “A explosão aconteceu, o fogo foi dominado e as vítimas socorridas. Logo após o incidente foi feita vistoria técnica. Não houve danos na estrutura da empresa de gás, nem no Porto, e o local liberado para atividade”, explicou à reportagem.

O major informou ainda que aguarda o resultado das investigações da perícia policial. “Agora o caso é da Polícia, e as investigações estão sendo feitas. Depois, com o resultado desse processo, o Corpo de Bombeiros poderá saber o que aconteceu de fato, adotar novos procedimentos e exigir, inclusive, nova forma de manipulação de produtos inflamáveis naquele setor”, apontou.

O major Gregório lembrou também que a empresa Amazongás, que manipulava o gás no momento do acidente, foi notificada para prestar esclarecimentos e inclusive, deve apontar mais detalhes em relação ao transporte de GLP (gás). Segundo informações preliminares, houve vazamento de gás durante transporte do combustível da balsa no rio para o reservatório em terra. “O incêndio, seguido de explosão, começou quando houve uma centelha e o gás entrou em combustão”, relatou o major.

Na explosão, seis estivadores do porto ficaram feridos. Dois deles, Francisco Carvalho e Ronduval Magalhães, morreram, logo depois, no hospital.

De acordo com o diretor presidente do Porto de Porto Velho, José Marcondes Cerrutti, os funcionários do Porto não trabalham com nenhuma carga que contenha produtos inflamáveis que poderiam causar a explosão. “Os funcionários realizavam um procedimento de rotina no Porto, não manipulavam produtos inflamáveis. Com o incêndio ocorrido tomamos imediatamente todas as medidas para socorrer os feridos e chamamos o Corpo de Bombeiros. Todo apoio e suporte às vitimas e suas famílias foram dados, inclusive com o funeral das duas vítimas fatais”, declarou José Marcondes Cerrutti.

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