Rondônia, 01 de maio de 2026
Geral

Brasil precisa demonstrar competência para gerir a Amazônia, diz Hélio Vieira

A quem propõe a internacionalização da região amazônica como forma de protegê-la, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia, advogado Hélio Vieira, vai logo perguntando se também devemos propor a internacionalização das reservas de petróleos e do arsenal nuclear dos países desenvolvidos, que pode representar uma ameaça ainda maior a humanidade? “Sou humanista e preservacionista, mas não aceito essa idéia de internacionalização da Amazônia. Nós, brasileiros é que temos de demonstrar nossa capacidade e competência para gerir a floresta de forma sustentável”, reafirmou Hélio, durante a sessão de abertura dos trabalhos do Conselho Seccional da OAB, na última sexta-feira, quando foram iniciados os debates sobre o tema.



A OAB pretende realizar nova sessão de seu Conselho Seccional nos próximos dias para continuar o debate sobre a questão. Segundo Hélio Vieira, até na campanha presidencial do Estados Unidos tratam do assunto Amazônia, relativizando a soberania do Brasil e de outros países da América do Sul sobre a região. “Há um histórico de manifestação de dirigentes internacionais que demonstram o interesse das noções ricas sobre a Amazônia”, alerta Hélio Vieira.
Nesse contexto a posição manifestada pelo presidente da OAB Rondônia converge com a posição do Ibama. Hélio Vieira vem sustentando que a população da região que não concorda com a simples e pura destruição da floresta deve cobrar das autoridades maiores investimentos na fiscalização das reservas, maior investimento no combate ao analfabetismo da população e apoio institucional com mais fiscalização das fronteiras com outros países para evitar presença indesejáveis no território brasileiro.

A OAB pretende realizar nova sessão de seu Conselho Seccional nos próximos dias para continuar o debate sobre a questão. Segundo Hélio Vieira, até na campanha presidencial do Estados Unidos tratam do assunto Amazônia, relativizando a soberania do Brasil e de outros países da América do Sul sobre a região. “Há um histórico de manifestação de dirigentes internacionais que demonstram o interesse das noções ricas sobre a Amazônia”, alerta Hélio Vieira.

SIGA-NOS NO

Veja Também

Nova Mamoré conquista protagonismo na educação e fatura R$ 225 mil com destaque no Saero

Copa 2026: o Brasil vai jogar — e sua internet precisa estar em campo também

Prefeitura da capital define regras para reparo de vias após obras de concessionárias

Sindsef/RO analisa critérios da Lei 15.395/2026 para o reposicionamento de professores pioneiros