Rondônia, 26 de junho de 2026
Geral

Catador de lixo recebe menos que um salário mínimo em Porto Velho, denuncia cooperativa

Membro da Associação Unidos pela Vida, organização não governamental criada por catadores de lixo da zona leste de Porto Velho, Raimundo Moreno, disse na tarde desta segunda feira (11) no plenário da Câmara de Vereadores, que em Porto Velho, o catador de lixo sobrevive com uma renda inferior ao salário mínimo brasileiro.

O catador de lixo usou a tribuna durante a audiência pública que debate o apoio do poder público ás cooperativas de catadores de lixo seletivo na maior cidade de Rondônia.

Moreno disse que a renda mensal de um catador é de R$ 475,00, que coleta uma média de 1,3 toneladas mês. O trabalhador disse que esta realidade seria diferente caso o município já tivesse criado a central de coletiva seletiva, projeto ja aprovado na Câmara, mas que ainda não saiu do papel. Pela proposta, a central iria funcionar por meio de uma administração mista público/privado. Para isso, a prefeitura teria que contratar cerca de mil catadores para impulsionar o projeto e centralizar a coleta, que deveria ocorrer em uma central e não na rua e no aterro sanitário, como ocorrer hoje.

Ainda de acordo com Moreno,os catadores atuam sem os equipamentos obrigatórios para o trabalho.

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