Chapa 2 tenta melar a eleição do Sintero

A eleição do Sintero começou as 8 horas desta quinta-feira (03.11) já com a denúncia de ocorrência de boca-de-urna por parte da chapa 2.
Trabalhadores em educação denunciaram que o trabalho sujo está sendo feito por pessoas que não são ligadas à Educação, que estariam recebendo R$ 150 para tumultuar o processo eleitoral.
Até boatos de que o candidato da chapa 1 teria sido preso foram espalhados através de torpedo pelo telefone celular (69) 9261.6889. O número do telefone já foi repassado à Polícia para que seja investigada a origem da calúnia.
A eleição do Sintero começou as 8 horas desta quinta-feira (03.11) já com a denúncia de ocorrência de boca-de-urna por parte da chapa 2.
Trabalhadores em educação denunciaram que o trabalho sujo está sendo feito por pessoas que não são ligadas à Educação, que estariam recebendo R$ 150 para tumultuar o processo eleitoral.
No prédio da Seduc, a chapa 2 pagou a menos 30 jovens, ao preço de R$ 150,00 cada um, para tumultuar a eleição e coagir os funcionários daquele órgão. O presidente da Comissão Eleitoral precisou ser chamado para moralizar a situação.
Na escola Eduardo Lima e Silva, na Zona Sul de Porto Velho, os ataques de histeria de membros da chapa 2 foram mais graves. Um fiscal da chapa liderada por Rilmacy chegou a tomar o voto da mão de um eleitor que teria declarado sua preferência pela chapa 1.
A situação pode levar a Comissão Eleitoral a acionar as autoridades para investigar ocorrência de compra de votos pela chapa 2.
Os trabalhadores em educação consideram essa prática uma demonstração de desespero da chapa 2 diante da iminente derrota.
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