COM ÁGUA COBRINDO O ASSOALHO, FAMÍLIAS AGUARDAM AJUDA DA DEFESA CIVIL

No bairro, outras quatorze famílias vivem situação semelhante. A área foi uma das primeiras a ser atingida pela cheia do Madeira. De lá, seis famílias foram retiradas para outro local.
" Minha única opção é esperar. Não posso sair daqui levando apenas meus filhos", lamenta a mulher.
No bairro, outras quatorze famílias vivem situação semelhante. A área foi uma das primeiras a ser atingida pela cheia do Madeira. De lá, seis famílias foram retiradas para outro local.
Trapiches improvisados pelos moradores garantem a locomoção precária entre as casas. Em outros dois bairros da região, São Sebastião e Panair, pelo menos dezoito famílias aguardam remoção para áreas definidas pela Defesa Civil Municipal, responsável pelas ações de auxílio ás vítimas da enchente até aqui.
Nesta sexta feira (6) o nível do Rio Madeira no perímetro urbano de Porto Velho, atingiu 16,89 metros, 0,90 metros abaixo da medição de ontem.
" O que nos passaram foi que estão preparando uma escola do outro lado do rio para nos abrigar, mas desde terça feira que não aparece ninguém da Defesa Civil aqui", denuncia o motorista Charles Prado Guedes, que está morando provisoriamente na casa da mãe, localizada em uma área ainda não inundada no bairro da Balsa.
O coordenador de operações da Defesa Civil de Porto Velho, Paulo Afonso da Silva, foi procurado pela reportagem mas não atendeu as ligações.
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