Rondônia, 17 de fevereiro de 2026
Geral

Com “Título Honorário de Rondônia”, ex-reitor da ULBRA apontado como chefe de quadrilha que desviou R$ 63 milhões

A Polícia Federal (PF) teme que os sete pedidos de prisão negados pela Justiça Federal durante a Operação Kollektor no RS prejudiquem as investigações sobre o desvio de dinheiro na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). A PF diz que os suspeitos que estão soltos podem comprometer a conclusão do inquérito. Foram apreendidos hoje documentos, computadores, joias e dinheiro (R$ 120 mil).



Com o auxílio da Receita Federal, a Polícia investigou durante cerca de oito meses esquema de desvio de dinheiro da Ulbra mediante a utilização de empresas fantasmas, ou inexistentes, criadas com a finalidade exclusiva de saquear a instituição. O total de empresas fantasmas pode chegar a 24. O dinheiro seria dividido entre ex-dirigentes da Ulbra.

— O ex-reitor era o líder da quadrilha. Nada era feito sem a ordem dele.

Com o auxílio da Receita Federal, a Polícia investigou durante cerca de oito meses esquema de desvio de dinheiro da Ulbra mediante a utilização de empresas fantasmas, ou inexistentes, criadas com a finalidade exclusiva de saquear a instituição. O total de empresas fantasmas pode chegar a 24. O dinheiro seria dividido entre ex-dirigentes da Ulbra.

Quantias altas eram sacadas em espécie das contas da Ulbra. O delegado classificou como inexplicável um repasse de R$ 8 milhões feito pela gestão passada da prefeitura de Canoas à Universidade.

Segundo a PF, estas empresas receberam valores por serviços que não foram efetivamente prestados à Ulbra. Levantamentos apontam que valores desviados da Ulbra podem ser superiores a R$ 63 milhões.

Os juizes criminais responsáveis pelos inquéritos preferiram não se manifestar oficialmente. Os pedidos de prisão feitos pela PF não teriam atendido determinações legais. O ex-prefeito de Canoas Marcos Ronchetti ainda não foi localizado para comentar o assunto. A defesa de Ruben Becker nega qualquer crime cometido pelo ex-reitor.

A Operação Kollektor mobilizou 127 policiais federais e 23 servidores da Receita Federal em Porto Alegre, Canoas, Ivoti, Gramado, e nos Balneários de Tramandaí e Imbé.

Ruben Eugen Becker recebeu título de Cidadão Honorário de Rondônia em 2.008. A comenda foi apresentada e aprovada na Assembléia Legislativa de Rondônia. Clique e confira

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