Rondônia, 03 de fevereiro de 2026
Geral

Comitê de Segurança do TJRO monta esquema especial em júri

Julgamento é de acusados por 12 mortes em rebelião de 2004
Desde o início do mês, o Comitê de Segurança do Tribunal de Justiça atua para garantir resguardo e tranquilidade aos trabalhos jurisdicionais durante o julgamento dos acusados por 12 mortes ocorridas em rebelião no presídio José Mário Alves, o Urso Branco, em abril de 2004.

Toda a área no entorno do Fórum Criminal da comarca de Porto Velho está sob vigilância. O policiamento no setor externo ao fórum e ruas de acesso, além do setor interno do prédio é feito pela Polícia Militar, por meio do 1º BPM, Companhia de Trânsito, Companhia Independente de Polícia de Guarda. Os policiais fazem o controle do acesso ao plenário, com revista pessoal, detectores de metais portáteis. A Companhia de Operações Especiais (COE) também atua no desembarque de réus.
De acordo com o tenente coronel Ronaldo Corrêa, assessor militar do TJRO, o desembargador Rowilson Teixeira, presidente do comitê de segurança, determinou um plano especial também para o caso de os julgamento se estenderem para o dia seguinte, com designação de policiais para segurança dos jurados onde ficarem confinados.

Os cuidados extras e as restrições quanto ao acesso não impedem a total transparência do julgamento, que é transmitido ao vivo pela internet, além da estrutura montada para atendimento à imprensa, a exemplo do que foi feito em 2010, no julgamento pelo massacre no Urso Branco, ocorrido no ano de 2002. O TJRO foi o primeiro tribunal brasileiro a realizar a transmissão da sessão de júri pela rede mundial de computadores.

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