Defensores públicos da União paralisam atividades em Rondônia

Segundo o defensor público Daniel Maia, está sendo formada uma comissão para ir à Brasília e cobrar a derrubada do veto. Nós estamos formando essa comissão para ir até o Congresso Nacional, para cobrar na sessão do congresso, a derrubada do veto presidencial, sem prejuízo no atendimento normal que é os 30% exigido por lei, explica o defensor.
Segundo a Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), o atendimento da Defensoria Pública da União será, durante a greve, apenas de demandas urgentes, entendidas como as que envolvem restrição à liberdade de locomoção, perecimento de direito e risco à saúde e à vida.
A associação afirma que os reajustes preservam a defensoria pública da união de um eminente sucateamento e que os profissionais vão buscar apoio parlamentar para derrubar o veto presidencial. A Anedef também afirma que dos 620 defensores públicos federias em atuação no país, cerca de 60 devem deixar a DPU até o final do ano. Portanto, segundo a associação, o veto aumentará o índice de evasão do órgão, que já é de 40%.
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