Defensoria defende moradores e Justiça adia reintegração de posse do Bairro Universitário

São 320 famílias vivendo na área, dentre as quais se encontram idosos, crianças e deficientes. Na petição, a defensora pública Luiziana Teles, coordenadora do NAC, enfatiza que as famílias em questão são de baixa renda, tendo sua vida estruturada na área que está sendo reintegrada, inclusive com casas e outras benfeitorias.
A expedição do mandato de reintegração se deu em 16 de janeiro. Desde essa data as famílias iniciaram peregrinação pelos órgãos do Estado e do Município pleiteando apoio do poder público. Por fim, recorreram à Defensoria Pública no final de janeiro.
São 320 famílias vivendo na área, dentre as quais se encontram idosos, crianças e deficientes. Na petição, a defensora pública Luiziana Teles, coordenadora do NAC, enfatiza que as famílias em questão são de baixa renda, tendo sua vida estruturada na área que está sendo reintegrada, inclusive com casas e outras benfeitorias.
A defensora pública argumenta ainda que a retirada das famílias do local sem que seja oferecido qualquer alternativa habitacional viola o direito constitucional de moradia, uma vez que levará as famílias a uma situação extrema de precariedade pela falta de elementos básicos de subsistência.
O juiz afirmou em sua decisão que os ocupantes sabiam da precariedade de sua situação, portanto não podem alegar surpresa com o cumprimento da decisão, uma vez que durante sete anos fizeram uso da ampla defesa e dos recursos a ela inerentes, inclusive provocando corte superior na apreciação do caso.
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