Rondônia, 27 de junho de 2026
Geral

Deputada Lúcia Tereza critica gestão da secretária de Educação

Em tom forte e demonstrando indignação, a deputada estadual Lúcia Tereza (PP-Espigão), em discurso na sessão plenária de terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa, criticou a forma como a secretária Fátima Gaviolli (Educação) justificou o não atendimento de indicações parlamentares que visam reforma e ampliação de escolas em vários municípios. “Não discuto a competência da secretária como educadora, mas não posso concordar com a maneira como ela administra a pasta da Educação. Nesta vida, tudo tem limite”, asseverou.


Outros parlamentares, segundo ela, solicitaram reforma e ampliação da Escola Benedito Laurindo; reforma e ampliação da Escola Frei Silvestre, em Pimenta Bueno; construção de Centro de Estudo Linguístico, em Ariquemes; substituição do piso da Escola Francisco Mignone, em Rio Crespo; e reparo na rede elétrica da Escola Marechal Costa e Silva, em Jaru.
Não pedimos cortina de renda nem outra coisa para embelezar as escolas. Pedimos melhoria nos estabelecimentos de ensino. Nós, deputamos, estamos reivindicando em nome da população.
“A secretária Gaviolli faltou com responsabilidade e respeito para com a Assembleia Legislativa, ao afirmar que as proposições não poderão ser atendidas porque não constam das prioridades. Em outras palavras, a secretária demonstrou que as indicações parlamentares não são levadas em consideração no planejamento da Seduc. É lamentável e indignante”, completou Lúcia Tereza.
Lúcia informou que suas indicações pleiteavam a construção de salas de aula na Escola Maria Di Sancti Santos, em Espigão do Oeste; e implantação e instalação de microfones, alto falantes e ampliadores fixos ou portáteis, em todas as salas de aula das escolas públicas do Estado.
Outros parlamentares, segundo ela, solicitaram reforma e ampliação da Escola Benedito Laurindo; reforma e ampliação da Escola Frei Silvestre, em Pimenta Bueno; construção de Centro de Estudo Linguístico, em Ariquemes; substituição do piso da Escola Francisco Mignone, em Rio Crespo; e reparo na rede elétrica da Escola Marechal Costa e Silva, em Jaru.
Não pedimos cortina de renda nem outra coisa para embelezar as escolas. Pedimos melhoria nos estabelecimentos de ensino. Nós, deputamos, estamos reivindicando em nome da população.
“A secretária Gaviolli faltou com responsabilidade e respeito para com a Assembleia Legislativa, ao afirmar que as proposições não poderão ser atendidas porque não constam das prioridades. Em outras palavras, a secretária demonstrou que as indicações parlamentares não são levadas em consideração no planejamento da Seduc. É lamentável e indignante”, completou Lúcia Tereza.

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