Deputado Federal do Pará confere realidade do João Paulo II
A tão aguardada visita técnica da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal ao hospital João Paulo II foi frustrante para quem aguardava ver a presença de todos os integrantes da CDHM. Apenas o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA), veio conferir de perto a situação do Pronto Socorro. Nem mesmo o deputado federal Padre Ton, que também integra a Comissão, (PT-RO) compareceu.
Esperamos que esta comissão faça alguma coisa para resolver o problema do hospital. Já realizamos inúmeras denúncias, foram publicadas diversas reportagens e até agora não aconteceu nada, disse Marin. O presidente do Sindsaúde lamentou ainda a ausença do Padre Ton: este jamais deveria faltar nesta visita técnica. Já não aguentamos tanta balela e tanto teatro, queremos solução imediata para este problema do Pronto Socorro. Iremos aguardar o resultado deste trabalho, pois já se passaram 1 ano e 5 meses de administração do Governador Confúcio Moura e nada foi feito para melhorar o pronto socorro, desabafou Caio Marin.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado de Rondônia (Sindsaúde), Caio Marin, que acompanhou a visita técnica do deputado federal, entregou um relatório, contendo inúmeras denúncias e que retrata a real situação dos hospitais da Capital e do interior, em especial o Hospital de Cacoal. No documento apresentou sugestões para resolver o problema do pronto socorro João Paulo II.
Esperamos que esta comissão faça alguma coisa para resolver o problema do hospital. Já realizamos inúmeras denúncias, foram publicadas diversas reportagens e até agora não aconteceu nada, disse Marin. O presidente do Sindsaúde lamentou ainda a ausença do Padre Ton: este jamais deveria faltar nesta visita técnica. Já não aguentamos tanta balela e tanto teatro, queremos solução imediata para este problema do Pronto Socorro. Iremos aguardar o resultado deste trabalho, pois já se passaram 1 ano e 5 meses de administração do Governador Confúcio Moura e nada foi feito para melhorar o pronto socorro, desabafou Caio Marin.
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