Rondônia, 16 de janeiro de 2026
Geral

Em Ouro Preto, servidores municipais decidem deflagrar greve por tempo indeterminado

Professores, pedagogos e pessoal de apoio em educação do município de Ouro Preto do Oeste decidiram paralisar suas atividades sem previsão de retorno a partir da próxima segunda-feira, 10. A greve foi deflagrada durante uma assembleia realizada nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Ouro Preto do Oeste (STPMOP).



Fernandes informou, ainda, que a partir de sexta-feira os manifestantes estarão fazendo mobilizações no sindicato pela manhã e, posteriormente, visitas às escolas, com o intuito de que, no decorrer da próxima semana, 70 a 80% dos servidores da educação tenham aderido à greve.

Segundo o presidente do STPMOP, Delísio Fernandes, a greve só foi deflagrada após terem sido esgotadas todas as tentativas de negociação junto ao executivo. Todos os trâmites legais serão seguidos para dar legalidade e legitimidade a esta greve que, a partir de hoje, será comunicada ao executivo municipal, Ministério Público, Ministério do Trabalho, Poder Judiciário e demais órgãos.

Fernandes informou, ainda, que a partir de sexta-feira os manifestantes estarão fazendo mobilizações no sindicato pela manhã e, posteriormente, visitas às escolas, com o intuito de que, no decorrer da próxima semana, 70 a 80% dos servidores da educação tenham aderido à greve.

O assessor jurídico do sindicato, Filiph Menezes da Silva, esclarece aos servidores que a greve é um direito constitucional, coletivo, legal e legítimo. "É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender", descreve o Artigo 9° da Constituição Federal de 1988.

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