Rondônia, 20 de abril de 2026
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Emerson Castro assume cadeira de Sobrinho e nega conhecer esquema

Depois das operações Vórtice e Endemia que afastaram Roberto Sobrinho da função de prefeito, o vice, Emerson Castro, assumiu o cargo. No primeiro dia de mandato o prefeito em exercício exonerou todos os envolvidos no escândalo e se disse profundamente constrangido com as denúncias.



Mas Castro questionou a demora para tomar uma atitude dos órgãos envolvidos na investigação. “Se o judiciário tomou conhecimento de tudo isso há seis anos, quatro anos, dois anos atrás, deveria ter sido mais rápido porque a população e o contribuinte sofreram. Porque agora, faltando 25 dias para o final da gestão? porque não há seis meses? nós poderíamos ter evitado muita coisa, se é que os fatos apontados são verdadeiros”.

Por outro lado, o prefeito interino também disse acreditar na seriedade dos órgãos envolvidos na investigação. “Eu acredito também na responsabilidade do Dr. Héverton (procurador geral de Justiça). Ele é uma referência, na minha opinião. Eu quero acreditar que tudo que ele falou foi oriundo de uma análise do fatos e ele deve saber do que está falando”.

Mas Castro questionou a demora para tomar uma atitude dos órgãos envolvidos na investigação. “Se o judiciário tomou conhecimento de tudo isso há seis anos, quatro anos, dois anos atrás, deveria ter sido mais rápido porque a população e o contribuinte sofreram. Porque agora, faltando 25 dias para o final da gestão? porque não há seis meses? nós poderíamos ter evitado muita coisa, se é que os fatos apontados são verdadeiros”.

O prefeito em exercício também reconheceu que é responsabilidade da prefeitura concluir as obras paralisadas, mas disse que seu papel, no âmbito administrativo do executivo municipal, era apenas tecer críticas e fazer apontamentos. “Se as obras estão paradas, quer seja por chuva, quer seja por abandono de empresa ou não, a culpa é do executivo. Acho que muita coisa não era pra ter acontecido, pra estar no pé em que está. mas, como vice-prefeito, constitucionalmente falando, eu não tinha nenhum tipo de influência ou de peso na tomada de decisões do executivo municipal”.

Sobre o pagamento de servidores e fornecedores, Emerson castro garantiu que ninguém sofrerá prejuízo e acrescentou que irá priorizar o processo de transição com os novos gestores. “A prefeitura não está acéfala, estamos dando os encaminhamentos devidos e eu estou assumindo o papel que constitucionalmente me é devido”.

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