Rondônia, 10 de abril de 2026
Geral

Empresário acusado de tentar subornar policial vai permanecer preso

William Cristian Felipe de Souza teve seu pedido de liminar, em Habeas Corpus, negado pelo desembargador Valter de Oliveira, membro da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Por esse motivo, permanecerá preso. Ele foi acusado de ter cometido o crime de corrupção ativa. Isso ocorre quando alguém oferece ou promete vantagem indevida a funcionário público para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício.



Entenda o caso:

No despacho publicado no Diário da Justiça desta quarta-feira, 17/11, o magistrado disse que, embora a defesa tenha afirmado que o acusado faz jus à liberdade provisória, infere-se que o pedido não veio suficientemente instruído. "Não há sequer elementos comprobatórios das condições favoráveis alegadas, principalmente quanto a sua primariedade, pois a certidão circunstanciada criminal apresentada é de Rondônia, sendo que William Cristian afirma morar em São Paulo, capital", explicou o desembargador.

Entenda o caso:

O empresário William Cristian Felipe de Souza foi preso em flagrante, junto com mais duas pessoas, na cidade de Vilhena, a 714 km da capital do Estado de Rondônia. Segundo consta nos autos, ele teria tentado subornar um policial rodoviário federal no posto da PRF.

Os agentes teriam pedido para que todos os passageiros do ônibus descessem do veículo para que fossem revistados. Caso seja condenado, o empresário poderá pegar uma pena que varia de 2 (dois) a 12 (doze) anos de reclusão e multa.

Habeas Corpus n. 0015341-34.2010.8.22.0000

Assessoria de Comunicação Institucional

SIGA-NOS NO

Veja Também

PRF prende passageiros em flagrante por corrupção ativa

Revitalização de orlas urbanas ganha destaque no país e aponta caminhos para Porto Velho

Advogado é expulso da OAB após acusação de abuso contra enteada com deficiência

Vídeo: ônibus desgovernado atinge quatro veíoculos e destrói muro em Porto Velho