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Rondônia, 27 de setembro de 2026
Geral

Estrada do Belmont é pavimentada com tecnologia mais resistente e que reduz os custos da obra

O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER) está realizando o teste com o produto solo cola, um enrijecedor de solo natural, utilizado em bases e sub-bases de pavimentos viários. Os testes de aplicação do produto foram feitos na Estrada do Belmont, em Porto Velho, que está sendo asfaltada pelo governo de Rondônia e será a primeira via pavimentada com o solo cola.


O técnico da empresa Dura Terra, Martin Mauro, fornecedora do sola cola, explicou que as moléculas do produto em contato com o mineral do solo cria uma coesão, deixando o solo resistente. “O produto cria altos índices de suporte, ou seja, nem mesmo as cargas pesadas poderão quebrar o solo. Outra vantagem é que ele evita a destruição de pedreiras, o transporte de cascalhos e britas de fontes distantes”, citou Martin, destacando, ainda, que o produto tem uma propriedade chamada hidrorepelente, ou seja, a água da chuva ou a água do subsolo não destrói a camada de asfalto.

Além de maior resistência na capa asfáltica e da economia nos custos da obra que o solo cola promove, o produto é de tecnologia sustentável, que tem uma produção química por nanotecnologia.

O técnico da empresa Dura Terra, Martin Mauro, fornecedora do sola cola, explicou que as moléculas do produto em contato com o mineral do solo cria uma coesão, deixando o solo resistente. “O produto cria altos índices de suporte, ou seja, nem mesmo as cargas pesadas poderão quebrar o solo. Outra vantagem é que ele evita a destruição de pedreiras, o transporte de cascalhos e britas de fontes distantes”, citou Martin, destacando, ainda, que o produto tem uma propriedade chamada hidrorepelente, ou seja, a água da chuva ou a água do subsolo não destrói a camada de asfalto.

O diretor do DER, Ezequiel Neivas, destacou outra vantagem no uso do produto, que é o ganho de produtividade, economia na carga horária e respectivos custos na execução das obras. “Uma vez que as bases e sub-bases proporcionarão qualidade adequada para a fase de acabamento final, ainda na etapa de terraplenagem e compactação das vias; elimina-se, portanto, uma etapa operacional demandante de tempo e uso intensivo de equipamentos e máquinas pesadas nas atividades de bases e sub-bases”, pontuou.

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