Rondônia, 28 de janeiro de 2026
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Ginásio Cláudio Coutinho com obras paralisadas; Seduc explica situação

“É frustrante ver que a nossa capital tem tão poucos espaços para a prática de esportes, e os poucos que tem são tratados com esse descaso. Cresci assistindo a campeonatos neste ginásio, e há cinco anos, ele está assim, abandonado”. O desabafo é do professor de Educação Física, Carlos Fernando Dantas Costa sobre as obras paralisadas do Ginásio Cláudio Coutinho, em Porto Velho.



Com o prazo de entrega já vencido, o andamento da obra indica que ainda será mais longo o período de espera para que o serviço seja concluído. “É uma vergonha. Recentemente eu fui a Cuiabá para assistir a um jogo da seleção brasileira de voleibol porque na nossa cidade não existe um local adequado para receber um torneio desse porte”, disse, indignado, o professor Fernando. 

Segundo apurou o RONDONIAGORA, o trabalho teria parado por falta de repasse de pagamento por parte do Estado. O valor da obra de ampliação e reforma ultrapassa o montante de R$ 4,5 milhões, e inclui a instalação de 3.800 cadeiras substituindo as arquibancadas de concreto, piso oficial, placar eletrônico, saídas de emergência ampliadas, cobertura termoacústica, lanchonete, estação de tratamento de esgoto, e todas as salas técnicas climatizadas.  O Estado alega problemas técnicos, em uma situação já comunicada ao Tribunal de Contas.

Com o prazo de entrega já vencido, o andamento da obra indica que ainda será mais longo o período de espera para que o serviço seja concluído. “É uma vergonha. Recentemente eu fui a Cuiabá para assistir a um jogo da seleção brasileira de voleibol porque na nossa cidade não existe um local adequado para receber um torneio desse porte”, disse, indignado, o professor Fernando. 

Comerciantes das redondezas também reclamam da violência por falta de segurança no local. “O cuidado aqui tem que ser redobrado, com o prédio abandonado o lugar serve de abrigo para marginais”, denunciou a comerciante Mary Jane.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), responsável pela gestão do ginásio, as obras foram paralisadas por questões técnicas por parte da empreiteira, e que o fato já foi comunicado ao Tribunal de Contas do Estado. A afirmativa é que, tão logo as pendências sejam resolvidas, as obras podem ser retomadas, com uma expectativa de que o serviço seja concluído ainda no segundo semestre deste ano.

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