Governo de Rondônia desembolsa R$ 9,8 milhões para alugar por três meses hospital em Porto Velho
Utilizando os efeitos do Decreto de Calamidade Pública aprovado pela Assembleia Legislativa no dia 20 de março, o Governo de Rondônia através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) contratou sem licitação o Hospital do Coração de Rondônia, o Prontocordis, no centro de Porto Velho, por três meses.
Pelo arrendamento, o Estado pagará a quantia de R$ 9.844.099,32 e usará todo o complexo hospitalar para atendimento as vítimas do novo Coronavírus. O documento foi publicado no Diário Oficial e é assinado pelo secretário da Saúde, Fernando Máximo.
Há mais de 15 dias, os representantes dos Poderes se reuniram para tratar das diretrizes para o combate a Covid-19 em Rondônia. Máximo aventou a possibilidade de alugar o hospital para atender possíveis casos graves de Rondônia e pensou em até abrir as portas para doentes do Amazonas, cujo sistema entrou em colapso.
As autoridades discordaram da ideia de ajudar o estado vizinho, mas não negaram a possibilidade de arrendar a unidade hospitalar. O Prontocordis é controlado pelo médico José Augusto de Oliveira, Rafael Augusto Freitas, Arinos Empreendimentos Imobiliários e Andrei Leonardo Freitas de Oliveira.
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