Governo não repassa recursos para manter funcionamento da UTI em Vilhena
O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Hermínio Coelho (PSD), nesta quinta-feira (22), disse estar preocupado com as entidades e prefeituras que dependem de repasses por parte do Governo Estadual. Segundo ele, a quebradeira já vem refletindo nos municípios, e chega a comprometer até mesmo o funcionamento da Unidade de Tratamento Intensivo UTI em Vilhena, e os serviços prestados em Porto Velho por parte do Hospital Santa Marcelina.
Durante audiência com o presidente da ALE, o prefeito de Vilhena, José Luiz Rover pediu socorro, e a ação dos deputados junto ao Governo, no sentido de que seja efetivado o repasse das parcelas relacionadas ao funcionamento da UTI. Segundo ele, existem hoje seis parcelas pendentes de R$ 340.000,00 e desta forma obriga a Prefeitura a usar recursos próprios, comprometendo a folha de pagamento dos servidores.
Explicou o prefeito José Rover que este recurso da UTI vem do Governo Federal, cabendo ao Estado somente o repasse, mas inexplicavelmente isto não vem acontecendo e nenhuma providência é adotada pelas autoridades estaduais, visando à solução do problema.
O prefeito também lamentou a falta de repasses de convênios, e citou o caso de serviços de asfaltamento, cujo montante contratual é de R$ 800.000,00 sendo que o Governo Estadual só repassou R$ 300.000,00 e ficou uma pendência de R$ 500.000,00. O presidente da ALE, deputado Hermínio Coelho disse que a situação financeira de Rondônia é extremamente preocupante, observando que as irmãs Marcelinas, que relevantes serviços têm prestado a população também vêm sofrendo devido ao calote oficial por parte da administração estadual.
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