Rondônia, 21 de junho de 2026
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Intimidações não enfraquecem a greve, diz Adunir

Em nome de todas as Instituições Federais de Ensino (IFE) que se encontram em greve há quase quatro meses, a Adunir divulgou uma “Carta Aberta aos Parlamentares”, solicitando apoio para suas reivindicações e, numa referência às pressões que vêm sofrendo, para interromper a “parede”, a entidade representativa do corpo docente da UNIR faz uma advertência: “Não nos intimidaremos diante de retaliações”.



A carta aberta acusa o governo de jogar no impasse o processo negocial entre os dois lados e buscar desqualificar o movimento, desacreditando as negociações “construídas desde 2010”. Afirma a representação docente que pressionado pelo movimento, o governo apresentou uma proposta direcionada apenas a esses grupos e que só trouxe outra que envolvesse também os servidores administrativos, “mas desconsiderando as pautas já apresentadas”.

Os membros da Adunir querem o apoio dos parlamentares de todos os níveis para a reabertura das negociações “unilateralmente interrompidas pelo governo dia 1º de agosto, quando os docentes apresentaram documento com propostas concretas”.

A carta aberta acusa o governo de jogar no impasse o processo negocial entre os dois lados e buscar desqualificar o movimento, desacreditando as negociações “construídas desde 2010”. Afirma a representação docente que pressionado pelo movimento, o governo apresentou uma proposta direcionada apenas a esses grupos e que só trouxe outra que envolvesse também os servidores administrativos, “mas desconsiderando as pautas já apresentadas”.

No documento a Adunir lembra que a paralisação não é apenas por melhores salários aos professores, mas também para que haja melhores condições para que possa ser aplicado um “ensino público, gratuito, de qualidade e socialmente referenciado”.

Lembra que o próprio governo descumpre a Constituição Federal quando tal documento assegura a revisão anual aos servidores, mas impondo reajuste zero para os anos de 2011, 2012 e 2013, “o que provocou a deflagração da greve como último recurso para a defesa de um ensino de melhor qualidade”.

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