Rondônia, 13 de abril de 2026
Geral

João Paulo II vive caos e agora sem equipamentos para salvar vidas; SAMU diz que não pode transportar pacientes

Que as dependências do Hospital João Paulo II não comportam a demanda isso já é fato e de amplo conhecimento por todos os rondonienses. As únicas pessoas que parecem não saber disso são os representantes do Poder Executivo de Rondônia. A todo instante chegam ambulâncias do interior trazendo casos que não puderam ser tratados em seus respectivos municípios.



Emocionalmente abalados, familiares são submetidos a situações vexatórias como a contratação de ambulâncias particulares no meio da madrugada em Porto Velho para locomover seu ente querido para um hospital particular para fazer um exame a fim conhecer a gravidade da situação. De acordo com o atendimento prestado nas primeiras horas desta terça-feira pelo serviço 192, as unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), não têm a atribuição de fazer o transporte de pacientes que já deram entrada em um hospital público. Mesmo que fosse pela necessidade de fazer um exame em outro hospital, devido à falta de condições estruturais para atender casos simples, quanto mais casos de poli-traumatismo.

Pais de família desfalecem aguardando o atendimento. Os leitos das Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) não são suficientes para dar o mínimo de respeito que o cidadão contribuinte merece.

Emocionalmente abalados, familiares são submetidos a situações vexatórias como a contratação de ambulâncias particulares no meio da madrugada em Porto Velho para locomover seu ente querido para um hospital particular para fazer um exame a fim conhecer a gravidade da situação. De acordo com o atendimento prestado nas primeiras horas desta terça-feira pelo serviço 192, as unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), não têm a atribuição de fazer o transporte de pacientes que já deram entrada em um hospital público. Mesmo que fosse pela necessidade de fazer um exame em outro hospital, devido à falta de condições estruturais para atender casos simples, quanto mais casos de poli-traumatismo.

A ausência do Estado em casos como este mencionado acima, retrata a falta de respeito em dar o mínimo de dignidade ao cidadão que contribuiu a vida inteira com seus impostos.

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