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Rondônia, 27 de setembro de 2026
Geral

Julho teve redução de 72% nas queimadas em Rondônia

O período de seca do verão amazônico, tradicionalmente utilizado para a queima da vegetação em Rondônia, surpreendeu em julho, registrando diminuição de 72% dos focos de calor em relação ao mesmo período do ano passado.



Quanto à análise da qualidade do ar, Rondônia já começa a apresentar elevação nos índices de monóxido de carbono, no sul e leste do estado. Mas, de acordo com avaliação das divisões ambiental e de meteorologia do Sipam, a fumaça pode estar sendo trazida pelos ventos. “O efeito de queimadas no Pará e Mato Grosso, dependendo da quantidade e das condições das massas de ar, pode chegar não só a Rondônia como descer até a Argentina”, revela Luiz Alves, meteorologista.

Fumaça pode vir do Mato Grosso

Quanto à análise da qualidade do ar, Rondônia já começa a apresentar elevação nos índices de monóxido de carbono, no sul e leste do estado. Mas, de acordo com avaliação das divisões ambiental e de meteorologia do Sipam, a fumaça pode estar sendo trazida pelos ventos. “O efeito de queimadas no Pará e Mato Grosso, dependendo da quantidade e das condições das massas de ar, pode chegar não só a Rondônia como descer até a Argentina”, revela Luiz Alves, meteorologista.

Já a umidade do ar, que castiga o Mato Grosso com índices de até 15%, também está baixa no sul de Rondônia, mas com níveis que ainda não configuram o estado de alerta por que passa aquele estado (quando a umidade está abaixo de 20% e até 12%). Em Rondônia, o mínimo registrado nas cidades do sul está entre 20% e 25%.

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