Rondônia, 12 de maio de 2026
Geral

Junta Governativa chama Ministério Público para investigar Fiero

A falta de provas e documentos quanto a fiel execução do convênio 151/2007 firmado entre a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), e Suframa, na ordem de R$ 556.710,00 motivaram membros da junta administrativa da Fiero e conselheiros a protocolar, na tarde desta quarta-feira (06), denúncia de supostas irregularidades e pedindo a investigação do convênio pelo Ministério Público Federal (MPF).



Entre as denúncias dos membros da junta estão as suspeitas de superfaturamento, falta de detalhamento técnico dos serviços executados, falta de processos na íntegra, ausência de provas - como as cópias do vídeo institucional objeto de uma licitação no valor de R$ 144 mil -, pagamento de diárias e viagens a servidores da FIERO, pagamento por mais de um ano de prestação de serviços a um funcionário que trabalha há mais de 12 anos na empresa Embrascom, de propriedade do ex-presidente, entre outras denúncias
“Foram gastos mais de R$ 400 mil de forma totalmente irregular num processo recheado de atos suspeitos. É preciso que o Ministério Público investigue esse convênio, pois não se pode usar quase meio milhão de reais para produzir um vídeo institucional de apenas 5 minutos”, desabafa o membro da junta administrativa Giuliano Domingos Borges. Supostas irregularidades

Entre as denúncias dos membros da junta estão as suspeitas de superfaturamento, falta de detalhamento técnico dos serviços executados, falta de processos na íntegra, ausência de provas - como as cópias do vídeo institucional objeto de uma licitação no valor de R$ 144 mil -, pagamento de diárias e viagens a servidores da FIERO, pagamento por mais de um ano de prestação de serviços a um funcionário que trabalha há mais de 12 anos na empresa Embrascom, de propriedade do ex-presidente, entre outras denúncias
“Foram gastos mais de R$ 400 mil de forma totalmente irregular num processo recheado de atos suspeitos. É preciso que o Ministério Público investigue esse convênio, pois não se pode usar quase meio milhão de reais para produzir um vídeo institucional de apenas 5 minutos”, desabafa o membro da junta administrativa Giuliano Domingos Borges.

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