Rondônia, 27 de junho de 2026
Geral

Léo Moraes explica motim em presídio e critica Sejus

O deputado estadual Léo Moraes (PTB) fez um relato durante sessão plenária da Assembleia Legislativa, de sua participação como parlamentar e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa de Leis na recente rebelião que aconteceu no presídio Urso Branco, em Porto Velho. Destacou ter tido acesso ao interior da unidade prisional e participado como observador de todas as negociações realizadas naquela instituição.


Continuando, informou o parlamentar que em decorrência da inércia da Sejus, hoje praticamente comandada por oficiais da PM, todo o presídio está interligado, sem celas, e os presos amontoados. “Manifesto meu repúdio ao gerente regional, ao gerente geral e aos titulares da Sejus. Contra fatos não existe argumentos, por isto defendo a demissão sumária do coronel que ocupa o cargo de secretário de Justiça. O coronel é um fiasco, uma vergonha, um refugo e deve pedir pra sair”, destacou Leo Moraes.
Ao final de seu pronunciamento, o deputado disse que surgiu uma nova rebelião na unidade prisional (socioeducativa que atende jovens condenados), em Porto Velho, e que existem informações de ter sido grave. Os deputados Hermínio Coelho (PSD) e Jean Oliveira (PSDB), apartearam o parlamentar, hipotecando apoio ao discurso apresentado.
Para o deputado, o secretário de Justiça “é um irresponsável, age com desfaçatez, e além de tudo é um mentiroso, quando através de imprensa, diz ter sido contrário à exoneração do diretor do Presídio Urso Branco”. Complementou em seguida, que “lamentavelmente o governador Confúcio Moura não tem conhecimento de fato do que vem ocorrendo em órgãos estratégicos”.
Continuando, informou o parlamentar que em decorrência da inércia da Sejus, hoje praticamente comandada por oficiais da PM, todo o presídio está interligado, sem celas, e os presos amontoados. “Manifesto meu repúdio ao gerente regional, ao gerente geral e aos titulares da Sejus. Contra fatos não existe argumentos, por isto defendo a demissão sumária do coronel que ocupa o cargo de secretário de Justiça. O coronel é um fiasco, uma vergonha, um refugo e deve pedir pra sair”, destacou Leo Moraes.
Ao final de seu pronunciamento, o deputado disse que surgiu uma nova rebelião na unidade prisional (socioeducativa que atende jovens condenados), em Porto Velho, e que existem informações de ter sido grave. Os deputados Hermínio Coelho (PSD) e Jean Oliveira (PSDB), apartearam o parlamentar, hipotecando apoio ao discurso apresentado.

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