Léo Moraes sugere que Estado faça convênio para formar policiais

Em aparte, o deputado Aélcio da TV (PP) disse que a insegurança existe hoje na capital, independente do bairro e que o quantitativo de policiais tem diminuído drasticamente. Hoje temos menos policiais do que há 20 anos e a população dobrou. O posto policial no bairro traz segurança aos moradores e precisamos retomar esta discussão. A maioria das escolas tem sido invadida e depredada. Nossa cidade hoje vive uma sensação de insegurança, de caos, destacou.
Em aparte, o deputado Adelino Follador (DEM) disse que não é só Porto Velho que tem sofrido por conta da violência, citando que em Monte Negro houve assalto à mão armada em um posto de combustível. O número de vagas do concurso público é irrisório. Os policiais que passaram no concurso não vão suprir a demanda dos que já estão indo para a reserva, observou.
Em aparte, o deputado Aélcio da TV (PP) disse que a insegurança existe hoje na capital, independente do bairro e que o quantitativo de policiais tem diminuído drasticamente. Hoje temos menos policiais do que há 20 anos e a população dobrou. O posto policial no bairro traz segurança aos moradores e precisamos retomar esta discussão. A maioria das escolas tem sido invadida e depredada. Nossa cidade hoje vive uma sensação de insegurança, de caos, destacou.
Em aparte, o deputado Adelino Follador (DEM) disse que não é só Porto Velho que tem sofrido por conta da violência, citando que em Monte Negro houve assalto à mão armada em um posto de combustível. O número de vagas do concurso público é irrisório. Os policiais que passaram no concurso não vão suprir a demanda dos que já estão indo para a reserva, observou.
Em aparte, o deputado Jesuíno Boabaid (PTdoB) explicou que a lei que havia sobre o serviço voluntário foi extinta e era o que conseguia aumentar o efetivo. Fui informado que só vão chamar 240 policiais o que não vai resolver o problema. Está havendo atentado contra policiais militares e a violência está crescendo, afirmou.
Sobre a corrupção nacional, envolvendo a Operação Lava-Jato, o deputado Léo Moraes disse que utilizar o aparelhamento estatal fazendo projetos para retransmitir valores ilícitos a parlamentares é um absurdo. Não podemos aceitar os favorecimentos a partidos. O rigor da lei ainda é o mesmo e que não tem sido cumprido pela presidente Dilma Roussef, lamentou.
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