Rondônia, 14 de agosto de 2026
Geral

Mais de 1 mil mulheres são atendidas pela Patrulha Maria da Penha em Porto Velho

Criada há pouco mais de um ano para dar suporte e fazer cumprir as decisões de amparo às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar em Rondônia, a Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar já cadastrou mais de 1 mil e atua em 920 casos de vítimas com exigência de medida protetiva apenas no âmbito do 5º Batalhão em Porto Velho.



Segundo a capitã Michelly Mendes, cada guarnição (patrulha) é composta por três policiais, sendo um de sexo feminino – fundamental no trabalho de abordagem e atendimento direto às vítimas -, e mais um que atua no apoio gerencial da equipe. Ela explicou que o trabalho da patrulha acaba sendo muito maior do que se pode imaginar, eis que, em muitas ocorrências as vítimas de violência doméstica desejam denunciar seus agressores – na maioria das vezes o próprio marido, pai de seus filhos -, mas geralmente são tomadas por vergonha, medo, por problemas de ordem emocional ou por orientação familiar.

Ela explicou que a finalidade da Patrulha é atuar no segundo atendimento à vítima, ou seja, garantir a medida protetiva determinada pela Justiça, adotando para este fim as providências que forem necessárias para assegurar a integridade física e emocional da vítima sob proteção – a mulher vítima de violência doméstica. Mas a Patrulha também atua no primeiro atendimento, bastando para isso ser acionada pelo telefone 190 da PM.

Segundo a capitã Michelly Mendes, cada guarnição (patrulha) é composta por três policiais, sendo um de sexo feminino – fundamental no trabalho de abordagem e atendimento direto às vítimas -, e mais um que atua no apoio gerencial da equipe. Ela explicou que o trabalho da patrulha acaba sendo muito maior do que se pode imaginar, eis que, em muitas ocorrências as vítimas de violência doméstica desejam denunciar seus agressores – na maioria das vezes o próprio marido, pai de seus filhos -, mas geralmente são tomadas por vergonha, medo, por problemas de ordem emocional ou por orientação familiar.

Neste ponto, segundo ela, é importante a presença de um policial preparado para orientar adequadamente a vítima, oferecendo segurança, demonstrando seus direitos, e a importância de denunciar as agressões, que, se não forem denunciadas podem recrudescer e tornarem-se muito piores. “A vítima precisa saber também que a medida protetiva que lhe ampara tem prazo, e que por isso é preciso renová-la”, disse.

A capitã PM reconheceu que a Patrulha Maria da Penha é um instrumento novo em defesa das vítimas de violência doméstica e familiar, mas que o resultado de suas ações é animador pelos números que apresenta no atendimento direto a mulher vítima em todo Estado, e em Porto Velho especialmente, além de um conjunto de atividades como palestras e conferências que vêm sendo realizadas para meninas de escolas públicas do Estado, com orientação adequada e apoio, gerando importantes resultados neste segmento.

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