Mapas de manchas de inundação ajudam no planejamento urbano e no ressarcimento de danos

O Mapa de Risco é elaborado a partir de três análises: espacial do terreno, hidrológica para o tempo de recorrência e de risco de inundação. São utilizadas técnicas de geoprocessamento, ferramentas de SIG (Sistema de Informações Geográficas) e trabalho de campo. O estudo hidrológico é feito a partir do estudo estatístico das séries históricas da rede hidrométrica nacional. Para a confecção, também são utilizados os modelos digitais de Terreno e de Superfície, produzidos pelo Censipam ou fornecidos pelos interessados. No caso do município de Costa Marques, por exemplo, o contorno topográfico das áreas margeadas pelo Rio Guaporé foi contratado pela Defesa Civil Estadual de Rondônia.
Segundo a coordenadora Operacional do Centro Regional do Sipam de Porto Velho, Ana Strava, o mapa de manchas de inundação indica as áreas inundáveis com recorrência de 3,5,10 e 25 anos, permitindo identificar o comprometimento da infraestrutura urbana. Essa informação permite que os municípios comprovem, junto ao Ministério da Integração Nacional (MIN), o prejuízo de eventuais eventos extremos. Com isso, conseguem a liberação de recurso financeiro previsto em Portaria Interministerial do MIN e Ministério das Cidades e no Plano Integrado de Reconstrução e Prevenção de Desastres (PRPD).
O Mapa de Risco é elaborado a partir de três análises: espacial do terreno, hidrológica para o tempo de recorrência e de risco de inundação. São utilizadas técnicas de geoprocessamento, ferramentas de SIG (Sistema de Informações Geográficas) e trabalho de campo. O estudo hidrológico é feito a partir do estudo estatístico das séries históricas da rede hidrométrica nacional. Para a confecção, também são utilizados os modelos digitais de Terreno e de Superfície, produzidos pelo Censipam ou fornecidos pelos interessados. No caso do município de Costa Marques, por exemplo, o contorno topográfico das áreas margeadas pelo Rio Guaporé foi contratado pela Defesa Civil Estadual de Rondônia.
O trabalho dos mapas de manchas de inundação do Censipam foi apresentado na 6ª reunião científica do Serviço de Observação SO HYBAM (Serviço de Observação dos Controles Geodinâmico, Hidrológico e Biogeoquímico da Erosão/alteração e da Transferência de Matérias nas Bacias dos rios Amazonas, Orinoco e Congo), em outubro de 2015, na cidade de Cusco, no Peru. A servidora do Censipam Edileuza Melo apresentou o trabalho, mostrando o resultado de identificação de áreas suscetíveis à ocorrência de inundações nos tempos de recorrências de 1, 3, 5, 10 e 20 anos da área urbana do município de Manacapuru no Amazonas.
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