Motoristas de ônibus de Jirau vão reivindicar piso salarial de R$ 1.400
Em assembléia que será realizada neste domingo (28) às 9h00, o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (SINTTRAR) irá aprovar a pauta de reivindicação dos motoristas de ônibus que transportam os trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Jirau, para renovação do acordo coletivo que tem como Data-Base 1º julho. A principal bandeira que será apresentada na assembléia será a do piso salarial dos motorista de R$ 1.400,00; pois atualmente os motoristas ganham menos que um pedreiro. Como categoria tem atualmente o piso de R$ 1.209,60, isso representará 15,74% de reajuste.
Outras três reivindicações importantes são a equiparação do tíquete alimentação atualmente de R$ 230,00, pago através de Visa Vale, dos motoristas de ônibus de Jirau ao valor que é pago para os motoristas da Usina de Santo Antônio de R$ 362,88; aumentar os percentuais de horas extras para 70% de segunda-feira a sexta-feira, 80% aos sábados e de 100% aos domingos e feriados; e a bonificação anual, para os trabalhadores que não tenham faltas injustificadas em 12 meses, que atualmente é de apenas R$ 200,00, aumentar para R$ 800,00.
O SINTTRAR, que já vem debatendo com os trabalhadores os principais pontos a serem apresentados na assembléia, está realizando uma grande mobilização para garantir uma ampla participação da categoria, que dará a palavra final sobre a pauta que será encaminhada aos patrões nos próximos dias. A expectativa do Sindicato é iniciar imediatamente as negociações com as dez empresas que prestam serviços de transporte dos trabalhadores da Usina de Jirau.
Para o presidente do SINTTRAR, Antonio Carlos da Silva, o Da Silva, o sindicato fará todo esforço necessário para conseguir chegar a um acordo com as empresas. Caso elas não atendam as reivindicações, será solicitada a mediação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e o resultado final será submetido à categoria em assembléia. "A categoria já sinalizou que não aceitará abrir mão do piso de R$ 1.400,00, pois queremos ganhar pelo menos igual a um pedreiro", ressalta o sindicalista.
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