MP cria grupo de trabalho para acompanhar impactos de usinas
O Ministério Público de Rondônia, no âmbito da Procuradoria-Geral de Justiça, instituiu um grupo de trabalho para acompanhar os impactos causados pela construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e de Jirau.
Caberá também desenvolver mecanismos que propiciem fluxo de informações destinado a instrumentalizar o Ministério Público de Rondônia na consecução do seu dever institucional de promover as medidas necessárias à proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos.
Entre outros motivos, a criação do Grupo de Trabalho levou em consideração as alterações sociais, ambientais e econômicas que acarretarão as construções das Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, que precisam ser previstas e monitoradas a fim de permitir a implantação de medidas mitigadoras ou compensatórias no momento adequado.
Competirá ao grupo acompanhar as políticas nacional e estadual referentes a cada área de atual, quanto ao fiel cumprimento das condicionantes contidas na Licença Prévia 251/2007, relativa ao aproveitamento Hidrelétrico de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira,
Caberá também desenvolver mecanismos que propiciem fluxo de informações destinado a instrumentalizar o Ministério Público de Rondônia na consecução do seu dever institucional de promover as medidas necessárias à proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos.
Entre outros motivos, a criação do Grupo de Trabalho levou em consideração as alterações sociais, ambientais e econômicas que acarretarão as construções das Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, que precisam ser previstas e monitoradas a fim de permitir a implantação de medidas mitigadoras ou compensatórias no momento adequado.
Veja Também
Ipam realiza eleição para conselhos e coordenação da Previdência na próxima terça
Prefeitura da capital abre chamamento público para construção de 575 moradias populares
Fotos antes da coleta viram arma política contra nova empresa do lixo em Porto Velho