MP de Rondônia lança campanha de combate aos homicídios por impulso
O Ministério Público de Rondônia lança nesta quinta-feira, dia 22 de novembro, às 9 horas, a campanha Conte até 10. Essa é a atitude. A iniciativa tem o objetivo de estimular a reflexão acerca dos homicídios cometidos por impulso e por motivos fúteis. O lançamento acontecerá às 10h, na sede do Conselho, em Brasília, e incluirá a apresentação de estudo relativo às motivações dos homicídios cometidos entre 2011 e 2012 em onze estados brasileiros.
Campeões
O lançamento terá a presença do Procurador-Geral de Justiça, Héverton Alves de Aguiar, e outras a e de representantes dos órgãos parceiros e do sistema de Justiça.
Campeões
Para combater os crimes por impulso, a campanha Conte até 10. Paz. Essa é a atitude passa a mensagem de tolerância em situações de conflito, buscando evitar a violência (brigas de trânsito, entre vizinhos, em bares, etc). As peças são estreladas por atletas renomados - os campeões mundiais de MMA Anderson Silva e Junior Cigano e os judocas campeões olímpicos Leandro Guilheiro e Sarah Menezes , que participam da iniciativa sem cobrar cachê.
A campanha tem vídeos, jingles de rádio, anúncios para veículos impressos e digitais, entre outras peças, que serão veiculadas na mídia nacional gratuitamente até março do ano que vem. Também estão previstas ações educativas. Material didático sobre o tema está sendo elaborado em parceria com o Ministério da Educação (MEC), para uso a partir de 2013.
Enasp
A Enasp tem entre seus objetivos agilizar a investigação e o julgamento dos crimes de homicídio. A premissa é que o combate à impunidade pode reduzir os índices de violência. Foram definidas metas para conclusão de inquéritos antigos de homicídio (anteriores a 2007 e 2008) e para o julgamento das ações penais desse tipo de crime.
A campanha Conte até 10. Paz. Essa é a atitude pretende engajar também a sociedade civil na luta contra o homicídio. O desafio é agir em duas frentes: combater a impunidade, qualificando a investigação e o julgamento dos crimes, e atuar preventivamente, conscientizando o brasileiro para evitar atitudes e ações contra a vida, em situações de conflito, explica a conselheira do CNMP Taís Ferraz, coordenadora do Grupo de Persecução Penal da Enasp.
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