MP realiza ação para reciclagem de banners
O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio da Promotoria do Meio Ambiente, vai realizar na quarta-feira, dia 5 de junho, uma exposição dos produtos confeccionados no Projeto 2 Rs: Reabilitando pela Reciclagem, com o intuito de divulgar o trabalho e sensibilizar a sociedade a doar seus banners à instituição. A exposição será no saguão de entrada do edifício-sede do MPRO em Porto Velho, quando também estarão sendo recebidas doações de banners usados para serem utilizados no projeto.
A ideia original pertence à Faculdade São Lucas, que juntamente com o Conselho da Comunidade e SEJUS, é parceira do projeto. Os materiais são produzidos por internas do sistema penitenciário estadual, que além de contribuírem para redução de resíduos cuja decomposição é prolongada no meio ambiente, também aprendem uma nova profissão, gerando a expectativa de que após o período de detenção, , as atividades desenvolvidas no projeto possam ajudá-las no processo de regresso à sociedade.
O projeto 2 Rs: Reabilitando pela Reciclagem foi instituído no âmbito do Ministério Público do Estado de Rondônia em parceria com a comarca de Porto Velho em novembro de 2012 e consiste no reaproveitamento de banners descartados pela sociedade para confecção de diversos materiais ecologicamente corretos, tais como pastas, estojos, bolsas, sacolas para supermercados, sapateiras e mochilas, dentre outros.
A ideia original pertence à Faculdade São Lucas, que juntamente com o Conselho da Comunidade e SEJUS, é parceira do projeto. Os materiais são produzidos por internas do sistema penitenciário estadual, que além de contribuírem para redução de resíduos cuja decomposição é prolongada no meio ambiente, também aprendem uma nova profissão, gerando a expectativa de que após o período de detenção, , as atividades desenvolvidas no projeto possam ajudá-las no processo de regresso à sociedade.
Em contrapartida ao trabalho e como incentivo, as reeducandas recebem o benefício da remissão prevista na Lei de Execução Penal e algumas já estão sendo remuneradas pelo sistema penitenciário. O projeto também vem contribuindo inclusive com a melhoria do comportamento das reeducandas na própria unidade de internação, uma vez que uma das condicionantes para participação nas atividades é o bom relacionamento diário na unidade.
Apesar do bom desenvolvimento, o projeto também enfrenta dificuldades quanto a estrutura para a fabricação dos produtos, uma vez que atualmente o ateliê instalado no Presídio Feminino Estadual tem capacidade para acomodar apenas sete participantes, e conta apenas com três máquinas de costura, quando na verdade seriam necessárias pelo menos mais seis, o que dificulta o envolvimento de outras internas no projeto.
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