Rondônia, 26 de março de 2026
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MPs movem ação para combater queimadas em Rondônia

Os Ministérios Públicos Federal e do Estado de Rondônia ingressaram com uma ação civil pública com o intuito de evitar as queimadas neste ano. O pedido à Justiça Federal é para obrigar o Ibama e o Instituto Chico Mendes a monitorem e fiscalizem as queimadas nas unidades de conservação federais em Rondônia, aplicando multas aos responsáveis pelos incêndios florestais. Também são alvos da ação o governo estadual e as 52 prefeituras, que devem promover a educação ambiental dos produtores rurais. O descumprimento poderá acarretar multa diária a ser estipulada pela Justiça.


Em agosto e setembro de 2010, Rondônia liderou o ranking em focos de queimadas em todo o Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a concentração de monóxido de carbono (CO) na atmosfera em agosto de 2010 foi até vinte vezes maior que o início do ano. A fumaça tóxica das queimadas causou doenças respiratórias em inúmeras pessoas; provocou baixa visibilidade nas estradas, em especial na BR-364, causando acidentes; e interrompeu o tráfego aéreo. As queimadas também causaram mortes de animais e poluíram rios, lagos e igarapés.

A ação civil pública para combater as queimadas foi promovida pelos procuradores da República Nádia Simas e Ercias Rodrigues e pelos promotores de Justiça Aluildo Leite e Aidee Torquato.
Em agosto e setembro de 2010, Rondônia liderou o ranking em focos de queimadas em todo o Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a concentração de monóxido de carbono (CO) na atmosfera em agosto de 2010 foi até vinte vezes maior que o início do ano. A fumaça tóxica das queimadas causou doenças respiratórias em inúmeras pessoas; provocou baixa visibilidade nas estradas, em especial na BR-364, causando acidentes; e interrompeu o tráfego aéreo. As queimadas também causaram mortes de animais e poluíram rios, lagos e igarapés.

A ação civil pública para combater as queimadas foi promovida pelos procuradores da República Nádia Simas e Ercias Rodrigues e pelos promotores de Justiça Aluildo Leite e Aidee Torquato.

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