Rondônia, 02 de fevereiro de 2026
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NASCENTE DE IGARAPÉ OBSTRUÍDA POR OBRA DA ANCAR COMPROMETE ESTRUTURA DE AVENIDA E PRÉDIOS

O início da construção do empreendimento da ANCAR, uma das maiores constutoras de shoppings do mundo, foi marcado por uma série de denúncias de crimes contra o meio ambiente. Empresários e políticos locais enviaram representação ao Ministério Público informando que o local escolhido pela empresa para construção do Shopping Porto Velho abrigava a nascente de um igarapé. A denúncia que parecia improvável se confirmou no ínicio desta semana, a apenas 8 meses da inauguração do prédio. Uma verdadeira cratera se abriu à margem do canteiro central da Avenida Rio Madeira, na Capital, e ameaça a estrutura de prédios.


Desde o início da obra em julho de 2007, Kruger apresenta denúncias junto ao Ministério Público que questionam possíveis irregularidades no processo de liberação do espaço. Ele diz que o desprendimento do Municipal com relação à Rua Barbados, que corta o terreno do shopping foi inapropriado. “Essa cratera é só um dos inúmeros problemas que ainda podem vir, já que a água agora pode começar a minar em outros pontos da região e causar mais desmoronamentos, inclusive nas residências próximas” diz o vereador.

A multinacional canadense recebeu total apoio da Prefeitura Municipal para que o investimento fosse começado o mais rápido possível.

Desde o início da obra em julho de 2007, Kruger apresenta denúncias junto ao Ministério Público que questionam possíveis irregularidades no processo de liberação do espaço. Ele diz que o desprendimento do Municipal com relação à Rua Barbados, que corta o terreno do shopping foi inapropriado. “Essa cratera é só um dos inúmeros problemas que ainda podem vir, já que a água agora pode começar a minar em outros pontos da região e causar mais desmoronamentos, inclusive nas residências próximas” diz o vereador.

Uma equipe do Município está trabalhando com o apoio de uma máquina escavadeira, para tentar resolver o problema. O vereador critica o fato de não haver nenhum engenheiro responsável para instruir os trabalhadores, que entram na cratera sem nenhum tipo cinto ou corda presa por fora do local e correm o risco de serem soterrados caso aconteça mais um desmoronamento. “Isso é um absurdo. Eu vou recorrer novamente ao Ministério Público”, completa Kruger Darwich.

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