Rondônia, 29 de março de 2026
Geral

O caminho da destinação correta de resíduos sólidos em Porto Velho

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da Assessoria

Com lei para grandes geradores, cidade é a única da região Norte que conta com um ecoparque, mas ainda convive com o lixão da Vila Princesa.

Entre as poucas capitais brasileiras que ainda têm um lixão em funcionamento, Porto Velho tem uma nova lei para tratar o lixo dos chamados “grandes geradores”. Até o dia 30 de julho, estabelecimentos que produzem mais de 100 litros de resíduos por dia devem se adequar e fazer seu encaminhamento para locais certificados, evitando a destinação para pontos de descarte irregular como Vila Princesa.

A lei precisa se fazer cumprir no mês em que o Marco Nacional do Saneamento completa três anos, mas a pergunta que não sai da cabeça dos grandes geradores é:  Como fazer a destinação correta de resíduos na cidade e região metropolitana que são portas para a Floresta Amazônica e Rio Madeira? Como resguardar solo, rios e ar?

Porto Velho também é a única cidade do Norte do país que conta com um ecoparque. Trata-se de um complexo projeto de infraestrutura que abrange certificações ambientais; uma série de tecnologias para garantir a proteção do meio ambiente; e valorização dos resíduos sólidos urbanos fomentando a economia circular e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa.

Com a destinação ambientalmente correta, esses resíduos passam a ser separados de forma mecanizada com reaproveitamento da matéria-prima que tem potencial para reciclagem. O rejeito- material que não pode ser reutilizado - é descartado em cápsulas protetoras, sem risco de contaminação para o solo e o lençol freático, que ainda permitem a extração do gás metano, transformando-o em energia e gás renovável. O ecoparque também gera créditos de carbono e utiliza os mais eficientes processos de tratamento do chorume (líquido oriundo da decomposição natural dos resíduos) que, ao final, é transformado em água de reuso.

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