Rondônia, 02 de julho de 2026
Geral

OAB pede reativação de Delegacia da Mulher em tempo integral

Na busca por um atendimento mais humanitário e acessível às mulheres vítimas de violência em Porto Velho, a Comissão da Mulher Advogada (CMA) da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO) vai solicitar junto à Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) a revitalização do ambiente, bem como o funcionamento por tempo integral da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Porto Velho.


A presidente da CMA, Karoline Monteiro, ressalta que a estrutura das delegacias dificulta o registro de ocorrência contra a mulher. “Por fim, a mulher agredida sofre uma agressão institucional, porque não há o acolhimento por parte do Estado”, fala.
Com base nas visitas realizadas, a Comissão irá oficiar a Sesdec, para que ações sejam tomadas o quanto antes, para garantir a segurança destas mulheres, iniciando pela reforma do local, inclusão de equipes especializadas e multidisciplinares e principalmente o atendimento por 24h ininterruptas.
Para a coordenadora da Prevenção e Combate da Violência contra a Mulher da CMA, Evanilde Marinho, a estrutura para atendimento é essencial para o combate à violência contra a mulher. “Para a mulher chegar à delegacia para fazer o registro, é difícil e, muitas vezes, quando chega, não é dada a devida atenção”, conclui.
Dentre os problemas apontados, está ainda a falta de atendimento por um quantitativo efetivo de funcionários, tendo em vista que a todo instante chegam mulheres vítimas de violência doméstica, que precisam aguardar por horas até serem atendidas.
A presidente da CMA, Karoline Monteiro, ressalta que a estrutura das delegacias dificulta o registro de ocorrência contra a mulher. “Por fim, a mulher agredida sofre uma agressão institucional, porque não há o acolhimento por parte do Estado”, fala.
Com base nas visitas realizadas, a Comissão irá oficiar a Sesdec, para que ações sejam tomadas o quanto antes, para garantir a segurança destas mulheres, iniciando pela reforma do local, inclusão de equipes especializadas e multidisciplinares e principalmente o atendimento por 24h ininterruptas.
Para a coordenadora da Prevenção e Combate da Violência contra a Mulher da CMA, Evanilde Marinho, a estrutura para atendimento é essencial para o combate à violência contra a mulher. “Para a mulher chegar à delegacia para fazer o registro, é difícil e, muitas vezes, quando chega, não é dada a devida atenção”, conclui.
Também participaram das visitas as advogadas Lorena Bento, Belzina Shockness, Nucimélia Conceição e Vivían Fonseca.

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