OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E PRF RESULTA EM 16 PRISÕES EM RONDÔNIA

Em entrevista à imprensa, os promotores de Justiça que integram o GECOC, Ademir José de Sá, Pedro Abi-Eçab e Alexandre Jésus de Queiroz Santiago, além do Inspetor da PRF João Bosco Ribeiro da Silveira, pontuaram a responsabilidade penal dos presos. Eles explicaram que os donos dos pontos clandestinos incorreram nos crimes de comercialização ilegal de combustível (venda não autorizada por autoridades competentes), cuja pena é de um a quatro anos de reclusão, e prática de atividade poluidora sem licença do órgão ambiental, para a qual é prevista pena de seis meses a 1 ano. Entendemos que a atividade gera grandes prejuízos ao Estado, em razão da perda de arrecadação. O consumidor, que não tem garantia de qualidade do produto adquirido, e o meio ambiente também são lesados′, afirmou o Promotor de Justiça Pedro Abi-Eçab.
As investigações, coordenadas pelo Grupo Estadual de Combate ao Crime Organizado do MP (GECOC), constataram que os combustíveis vendidos ilegalmente eram possivelmente subtraídos de veículos de distribuidoras legalizadas. A venda era feita em pontos residenciais e tinha como clientela moradores das regiões e condutores habituados a passar pelos locais. A retirada do combustível de caminhões regularizados sugere ainda outra prática criminosa: o combustível restante, levado no veículo, era provavelmente adulterado, para que o crime não despertasse suspeitas quando o caminhão chegasse a seu destino final.
Em entrevista à imprensa, os promotores de Justiça que integram o GECOC, Ademir José de Sá, Pedro Abi-Eçab e Alexandre Jésus de Queiroz Santiago, além do Inspetor da PRF João Bosco Ribeiro da Silveira, pontuaram a responsabilidade penal dos presos. Eles explicaram que os donos dos pontos clandestinos incorreram nos crimes de comercialização ilegal de combustível (venda não autorizada por autoridades competentes), cuja pena é de um a quatro anos de reclusão, e prática de atividade poluidora sem licença do órgão ambiental, para a qual é prevista pena de seis meses a 1 ano. Entendemos que a atividade gera grandes prejuízos ao Estado, em razão da perda de arrecadação. O consumidor, que não tem garantia de qualidade do produto adquirido, e o meio ambiente também são lesados′, afirmou o Promotor de Justiça Pedro Abi-Eçab.
A Operação Otacnol recebeu esse nome em razão de elementos que compõem o combustível e é resultado de meses de investigação. A ação envolveu 85 policiais rodoviários federais e homens do Batalhão de Polícia Ambiental.
Veja Também
Bloco “Até Que a Noite Vire Dia” homenageia bairro Mocambo no desfile de fevereiro
Mais de 44 mil carteiras de identidade prontas não foram retiradas em Rondônia
Energisa incentiva economia de energia nas férias escolares com dicas práticas e divertidas